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Cotidiano
TRABALHO

AM fechou 2018 com 268 mil desempregados e rendimento do trabalhador R$ 319 menor

De acordo com o IBGE, taxa de desemprego do Amazonas é de 14,4%, a 7ª maior do País 22/02/2019 às 18:53
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Foto: Reprodução/Internet
acritica.com Manaus (AM)

O Amazonas fechou o ano de 2018 com 268 mil desempregados e uma taxa de desemprego de 14,4%, apontou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (22). Os números levam em consideração os dados dos meses de outubro a dezembro do ano passado. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, a subida foi de 0,9%.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), a taxa apresentada coloca o Amazonas na 7ª posição entre as maiores do país. Nesse ranking, o Amapá apresentou a maior taxa de desemprego (19,6%) e Santa Catarina a menor com 6,4%.

Empregados por posição

O IBGE informou ainda que o número de pessoas empregadas no Amazonas teve uma queda de 11 mil entre o 3° e 4° trimestre de 2018. O setor privado apresentou aumento de 1,1% (mais 6 mil pessoas). Nesse grupo, ocorreu aumento principalmente quem tem carteira assinada. Os trabalhadores domésticos cresceram 3,7%. O setor público teve a maior queda, de 7,2%, que representa -20.000 pessoas.

O grupo formado pelos trabalhadores conta própria teve acréscimo de 21 mil pessoas. Este foi o grupo responsável pelo maior crescimento absoluto do trimestre. Já o setor público, foi o responsável pela maior queda absoluta (-20 mil). Percentualmente, o maior crescimento foi trabalhador com carteira (8,1%) e a maior queda foi do setor público com carteira (-41,6%).

Rendimento médio

Ainda conforme a pesquisa, o rendimento médio das pessoas ocupadas em todos os trabalhos no Amazonas foi de R$ 1.623 no 4° trimestre. Em relação ao trimestre anterior, o PNAD registrou uma queda de R$ 52, e em comparação ao mesmo período do ano anterior, uma queda de R$ 319.

Em relação à posição na ocupação, o empregador com CNPJ foi o grupo que apresentou o maior rendimento (R$ 6.562), mas também foi o grupo que apresentou a maior perda em um ano, chegando a R$ 5.504 (45,6%)

O IBGE apontou que os grupos de atividade que continuam a receber os menores rendimentos são: os trabalhadores domésticos sem carteira assinada (R$ 622,00), trabalhadores por conta própria sem CNPJ (R$ 804) e empregados no setor privado sem carteira assinada (R$ 953,00).

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