Domingo, 25 de Agosto de 2019
ECOTURISMO

Turismo por vocação: Amazonas prepara plano para desenvolver lazer

Já nos primeiros cinco meses de 2019, os dados parciais mostram a chegada de 285.304 turistas no Estado. O crescimento foi de 3,67% em comparação com o mesmo período do ano anterior



agora_agorinha_turismo_98ADD360-BADC-4871-874C-D3E4A0700E2D.JPG Foto: Arquivo
13/07/2019 às 19:00

O contraste natural entre o verde das florestas e as águas abundantes do rio Amazonas, aliado à diversidade de negócios e eventos tem sido um dos principais atrativos turísticos do Estado. De acordo com o Departamento de Estatística da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), em 2018 o Amazonas recebeu 607.973 turistas, representando um crescimento de 3,67% em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando o fluxo de visitações foi de 586.470 pessoas.

Como resultado, foram movimentados cerca de R$ 546,7 milhões, com destaque para cerca de R$ 239,8 milhões de reais movimentados por atividades ligadas ao turismo de lazer, R$ 212,5 milhões a partir de turistas que vieram a negócios, e R$ 19,8 milhões do segmento de eventos. Já nos primeiros cinco meses de 2019, os dados parciais mostram a chegada de 285.304 turistas no Estado.

A presidente da Amazonastur, Rosilene Medeiros, destacou aspectos que fazem do Amazonas um local promissor para desenvolvimento do turismo na região.

“Possuímos 18% do território brasileiro, maior porção de floresta tropical úmida do planeta e a maior bacia hidrográfica do mundo. Não restam dúvidas do potencial turístico do Estado, que possui ainda, proporcionalmente, como valor agregado, a maior população indígena do Brasil. Vasto cenário ao turismo de natureza, ao ecoturismo, à pesca desportiva, à observação de pássaros, de arvorismos e outras modalidades desportivas ligadas ao meio ambiente natural”, diz.

Turismo de alta demanda

Ainda de acordo com a pasta, Manaus, Presidente Figueiredo, Novo Airão, Rio Preto da Eva, Parintins  e Barcelos são os destinos mais buscados no Amazonas. O turismo de negócios é o que atrai o maior número de visitantes. Em 2018, 57,19% vieram ao Amazonas a negócios, outros 30,75% vieram a lazer (etnoturismo, natureza, contemplação de pássaros, pesca esportiva, dentre outros) e 5,37% para participar de eventos como o Festival Folclórico de Parintins, no mês de junho. A gastronomia também não deixa de ser um fator atrativo. O tambaqui na brasa com o baião de dois e a farinha do uarini são um convite para conhecer o local.   

No meio da Selva Amazônica

Hoteis de selva também movimentam a economia turística no Amazonas. Um lugar para ficar em repouso ouvindo apenas o barulho do vento e respirando o ar fresco da floresta é o Juma Amazon Lodge, que fica a 100 quilômetros de Manaus. O percurso até o hotel leva cerca de três horas e inclui trechos terrestres e fluviais. Outra opção é ir em hidroavião, em um voo com duração de aproximadamente meia hora. A estrutura dispõe de seis bangalôs com vista para a floresta, 12 para o Rio Juma e um panorâmico. Todos possuem varanda com rede e banheiro com água quente gerada por energia solar e ventilador, entre outros. O local recebe cerca de três mil visitantes por ano. Segundo o proprietário do Juma Lodge, Caio Fonseca, os preços variam de acordo com o número de noites e o tipo de bangalô. Há pacotes a partir de R$ 882 até R$ 3.528.

 “As tarifas incluem pensão completa (café da manhã, almoço e jantar), passeios (conforme roteiro), guias falando português e inglês e traslados aeroporto/ hotel em Manaus/ Juma Amazon Lodge/ Manaus (hotel ou aeroporto). Crianças até 6 anos não pagam e de 7 a 12 pagam apenas 50% do pacote”, explicou.

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