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Cotidiano
Medicamentos

AM vai economizar até 40% com a compra de medicamentos e insumos por consórcio

A informação foi repassada pelo titular da Secretaria Estadual de Saúde (Susam), Pedro Elias de Souza, na reunião dos secretários de Saúde dos estados que fazem parte da Amazônia Legal, ocorrido ontem, em Manaus 01/09/2016 às 10:16 - Atualizado em 01/09/2016 às 10:18
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Na reunião, os secretários discutiram as estratégias conjuntas que serão adotadas para melhorar a oferta dos serviços de saúde nos nove estados da Amazônia Legal (Foto: Evandro Seixas)
Isabelle Valois

O consórcio interestadual formado pelos nove estados da Amazônia Legal para compra de medicamentos e insumos hospitalares deve resultar em uma economia entre 30 a 40% para o Amazonas. A informação foi repassada pelo titular da Secretaria Estadual de Saúde (Susam), Pedro Elias de Souza, na reunião dos secretários de Saúde dos estados que fazem parte da Amazônia Legal, ocorrido ontem, em Manaus.

Na reunião, os secretários discutiram as estratégias conjuntas que serão adotadas para melhorar a oferta dos serviços de saúde nos nove estados da Amazônia Legal. Além do consórcio para a compr

a de medicamentos e insumos, a telemedicina (realização de consultas e exames à distância) também foi um dos temas abordados para serem implantados nos demais estados, uma vez que já é usado no Amazonas. “Estamos com essa discussão desde agosto do ano passado. Dessa vez vamos finalizar o estudo técnico e repassar o cronograma para o Ministério da Saúde. A ideia é que até novembro o consórcio possa estar operando”, explicou Pedro Elias.

Prioridades

Os medicamentos quimioterápicos - utilizados no combate ao câncer - serão os primeiros pedidos pelo Amazonas no consórcio, informou Pedro Elias.“Esses medicamentos são de valores muito elevados e a falta deles é um dos problemas comuns na região. Obviamente, nos estados do Amazonas e do Pará, que são os maiores, isso é bem mais perceptivo, mas todos os estados da Amazônia Legal passam por esse problema e a ideia é ter esse processo em comum, para quando ganharmos na escala de quantitativo, poder reduzir os custos”, explicou.

Telesaúde

O Amazonas é referência no atendimento à distância por meio da telemedicina. Por causa dos resultados do programa que executa e pelas características geográficas que possui, os demais secretários dos outros oito estados pediram a inclusão do serviço de telemedicina no consórcio, para que a tecnologia seja dividida com os demais estados. “Precisamos de programas destinados à realização de diagnósticos à distância. Aqui no Amazonas já utilizamos alguns desses serviços, como é o caso dos eletrocardiogramas e telemamografias, mas pretendemos avançar para outras áreas e a ideia é avançarmos juntos”, disse o secretário Pedro Elias.

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