Publicidade
Cotidiano
OPERAÇÃO

Associação afirma que ‘La Muralla 2’ causou constrangimento ao judiciário

Presidente da Amazona afirmou ainda, que vai lutar pelas garantias e prerrogativas dos magistrados Luís Carlos Valois e Encarnação Salgado, que foram alvos da Polícia Federal 09/06/2016 às 15:43 - Atualizado em 09/06/2016 às 15:53
Show asdasd
(Foto: Antonio Lima)
Kelly Melo

A Associação dos Magistrados do Amazonas (Amazon) afirmou que vai lutar pelas garantias e prerrogativas dos magistrados Luís Carlos Valois e Encarnação Salgado, que foram alvos da Polícia Federal nesta quinta-feira, durante a deflagração da operação La Muralla 2.

De acordo com o presidente da Amazon, Cássio Borges, a ampla defesa e o contraditório devem ser garantidos aos magistrados e afirmou que a ação da PF realizada no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) e no Fórum Henock Reis, ambos no Aleixo, na zona Centro-Sul, deixou o judiciário constrangido.

"Em 100 anos de tribunal de justiça, essa foi a primeira vez que aconteceu. Mas não estou dizendo que não pode acontecer.  Então, obviamente que isso causou um constrangimento a toda magistratura“, afirmou o presidente.

Ainda de acordo com Borges, os trabalhos do Fórum chegaram a ser afetados parcialmente, uma vez que o pavilhão onde está a Vara de Execuções Penais (Vep) ficou bloqueada no período da manhã, mas já foi normalizado.

Operação

Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (9), pela Polícia Federal do Amazonas, a operação "La Muralla 2". Desta vez os alvos principais são membros do judiciário e advogados, entre eles a desembargadora Encarnação das Graças Salgado e o juiz da Vara de de Execuções Penais (Vep), Luiz Carlos Valois. Na primeira fase da operação, deflagrada no ano passado, 194 mandados foram cumpridos. 

Publicidade
Publicidade