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Amazonas tem baixo índice de ‘motorização’

O estado tem menor índice de posse veículos privados em relação à população: 21,4% da população possui carro e 15,3% moto, totalizando 33,8% com algum tipo de veículo privado 25/10/2013 às 08:22
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Segundo estudo nacional, 21,4% da população possui carro e 15,3% moto
jornal a crítica ---

O Amazonas é o segundo Estado da Região Norte com menor índice de posse de veículos privados em relação à população: 21,4% da população possui carro e 15,3% moto, totalizando 33,8% com algum tipo de veículo privado, já que alguns detêm a posse de mais de um tipo de transporte. Os dados foram divulgados nessa quinta-feira (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e referem-se ao ano de 2012.

O Pará é o estado da região com menor número de posses de veículo privado em relação à população local: 15,4% possuem carro, 24,9% têm moto, totalizando 36,5% com algum tipo de veículo privado. No geral, os estados do Norte e Nordeste apresentam os menores índices de motorização por domicílio, segundo o estudo do Ipea, sendo o menor percentual registrado em Alagoas (32,4%).

Mais da metade dos domicílios brasileiros (54%) dispõe de automóveis ou motocicletas para os deslocamentos dos seus moradores. Segundo o estudo, um número maior de veículos privados nas ruas significa mais acidentes de trânsito, maior poluição veicular e perda de tempo em função dos congestionamentos.

O estudo revelou ainda o tempo de deslocamento médio do brasileiro para ir de casa até o trabalho. Em média, são gastos 40,8 minutos. Há 20 anos, esse tempo médio para ir de casa até o trabalho era de 36,4 minutos nas grandes cidades. Ou seja, um aumento de 12,1%. No entanto, 18,6% dos moradores de regiões metropolitanas gastam mais de uma hora no transporte de casa para o trabalho. Há 20 anos, esse percentual era de 14,5.

Esse tempo foi monitorado em 10 regiões metropolitanas, incluindo o Distrito Federal. Os dados não incluem o Amazonas.

Nos últimos 20 anos, nos maiores centros urbanos do Norte e Nordeste, com destaque para Belém, Salvador e Recife, a taxa de crescimento do tempo de viagem foi de 35%, 27,1% e 17,8%, respectivamente, entre os anos de 1992 e 2012.

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