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Apesar de escândalos, Eduardo Braga defende permanência de Graça Foster na Petrobras

Ministro de Minas e Energia e senador pelo Amazonas disse, nesta sexta-feira (16), que não vê “qualquer indício ou prova contra” a presidente da estatal, fortemente abalada pelos escândalos de corrupção revelados a partir da operação Lava Jato 16/01/2015 às 14:30
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Eduardo Braga defendeu a permanência de Graça e toda a diretoria da empresa
Raphael Lobato Manaus (AM)

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga (PMDB), senador licenciado do Amazonas, voltou a defender nesta sexta-feira (16), a permanência da presidente da Petrobras, Graça Foster, no cargo, apesar das especulações em torno da demissão de toda a diretoria da empresa. O peemedebista afirmou que não vê “qualquer indício ou prova contra ela” entre as denúncias de corrupção que atingem a estatal.

Em entrevista a jornalistas no Rio, Braga descartou as mudanças na diretoria. “Até onde eu conheço, não existe indício ou prova contra Graça. Não tenho conhecimento de nenhum malfeito na Petrobras, nem na Diretoria de Gás e Energia e nem na Secretaria Executiva do Ministério de Minas e Energia”, declarou.

Recém empossado, Braga se reuniu com Graça na última terça-feira (16), dia em que o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, foi preso no Rio, quando voltava de Londres. O Ministério Publico Federal (MPF) sustentou – ao requerer a prisão – que “não há indicativos” de que o esquema de pagamento de propinas na Petrobras tenha sido estancado.

Na manhã de ontem, o ministro já havia defendido Graça Foster em entrevista ao programa da jornalista Miriam Leitão no Globonews. Nela, Braga afirmou que Graça não só permanecerá no cargo como também irá comandar as investigações internas da estatal. Ele defendeu ainda o fim das indicações políticas na empresa.

Braga pede a brasileiros que reduzam consumo de energia

Em meio ao aumento na conta de luz causado principalmente pelo início do sistema de bandeiras tarifárias, Braga recomendou que os brasileiros reduzam o consumo de energia elétrica. “Se pudermos economizar, se pudermos controlar isso (o consumo), ajuda para que possamos ter eficiência energética”, disse Braga, na última quarta-feira (14).

Braga, no entanto, descarta haverá necessidade de racionamento de energia no País. Ele classificou os problemas no fornecimento das distribuidoras como “pontuais”, mas reconheceu que neste ano será necessário manter as termelétricas em maior atividade, o que torna a energia mais cara para as empresas e para os consumidores.

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