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Após atentado à revista Charlie Hebdo, Dilma Rousseff reitera apoio à França e elogia protestos

Redação do semanário francês Charlie Hebdo foi alvo de ataque terrorista por publicar caricaturas satirizando o profeta Maomé, símbolo sagrado para população muçulmana 10/01/2015 às 18:20
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A presidente Dilma Roussef reiterou mensagem inicial de solidariedade aos franceses e a seu governo
Reuters ---

A presidente Dilma Rousseff reiterou neste sábado sua expressão de solidariedade ao governo e ao povo francês após o ataque contra a redação do jornal Charlie Hebdo, em Paris, instando os brasileiros que vivem na cidade a participar da Marcha Republicana no domingo.

"Quero reiterar nossa mensagem inicial de solidariedade aos franceses e a seu governo", afirmou a presidente em comunicado. "Manifesto, igualmente, a esperança de que a grande comoção que esses acontecimentos provocaram na França e no mundo seja o melhor antídoto contra futuros atos de intolerância e de barbárie", acrescentou.

"Estou segura de que os muitos brasileiros que vivem na França estarão presentes à grande Marcha Republicana de domingo próximo em Paris. O pensamento de meu governo estará convosco", disse ela, descrevendo o evento como um "encontro de cidadãos do mundo em prol de um futuro de paz e democracia".

Na quarta-feira, o escritório do jornal satírico Charlie Hebdo, que já havia sido alvo de ataques por publicar caricaturas satirizando o profeta Maomé, foi atacado por extremistas, deixando 12 mortos. Os responsáveis pelo ataque foram mortos na sexta-feira, em ação policial.

Marchas em memória das vítimas reuniram milhares na França na sexta-feira, com mais uma manifestação marcada para domingo, em Paris. Na nota divulgada neste sábado, Dilma informou que pediu ao embaixador do Brasil, José Bustani, que a represente no evento.

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