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Cotidiano
Operação

Após fiscalização, Ipaam aplica R$ 296 mil em multas no município de Jutaí

Ipaam também realizou a apreensão ilegal de animais silvestres e constatou funcionamento de postos sem licença e desmatamento 10/10/2016 às 15:21 - Atualizado em 10/10/2016 às 15:39
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Lixeira irregular foi um dos crimes ambientais observados (Foto: Divulgação)
acrítica.com Manaus (AM)

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) aplicou R$ 296 mil em multas durante fiscalização “Operação Jutaí”, ocorrida entre os dias 25 e 30 de setembro. A ação flagrou diversas irregularidades e crimes ambientais no município.

Segundo o órgão, entre as infrações foram encontrados casos de desmatamento, apreensão ilegal de animais silvestres, uma lixeira pública irregular, além de olarias e postos de combustíveis operando com licenças ambientais vencidas no Ipaam.

O órgão informou que a prefeitura recebeu multa de R$ 100 mil por manter uma lixeira pública perto de corpo d’água e também por não possuir licença ambiental no órgão. O município também foi notificado a iniciar a adequação da lixeira, sob pena de reincidência.

Multas

Duas pessoas foram multadas em R$ 120 mil por supressão de 24 hectares de vegetação primária e secundária sem autorização dos órgãos ambientais competentes. Outra pessoa foi multada em R$ 20 mil por iniciar a derrubada de árvores sem autorização. A apreensão de uma motoserra sem registro gerou multa de mil reais a outro responsável.

O dono de uma embarcação foi multado em R$ 55 mil pela apreensão de 11 quelônios que posteriormente foram soltados na natureza.

Mais cinco postos de combustíveis irregulares de Jutaí foram notificados a legalizarem sua atividade em um prazo de 30 dias, sob pena de embargo dos estabelecimentos e autuações posteriores pelo não cumprimento da solicitação e ilegalidade da atividade.

A equipe de fiscalização também visitou duas indústrias oleiras, sendo uma delas vistoriada para fins de renovação da licença de operação.

Os infratores podem recorrer da aplicação das multas, mas são obrigados a repararem o dano ambiental causado.

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