Quinta-feira, 05 de Dezembro de 2019
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Após fugir de Manaus, mentora do assalto ao restaurante 'Xavier' é presa em Porto Velho (RO)

A mulher confessou ser a mentora do assalto que acabou vitimando pai e filho, donos do restaurante. Após a Justiça conceder a liberdade dela, a acusada fugiu de Manaus



1.jpg Policiais do 5º DP de Porto Velho efetuaram a prisão de Tatiane que estava escondida na casa de familiares
25/10/2013 às 18:04

Após se manter foragida da Justiça do Amazonas durante cerca de três semanas, Tatiane Dutra de Almeida, 27, acusada de arquitetar o assalto ao restaurante “Xavier Rei do Carneiro” em Manaus, acabou capturada por policiais civis da 5ª Delegacia de Polícia do Estado de Rondônia no início da tarde desta sexta-feira (25), na cidade de Porto Velho, por volta das 12h.

Após denúncias feitas por moradores, os policiais do 5º DP Luciano e Helder conseguiram cumprir o mandado de prisão de Tatiane e efetuaram a prisão dela na casa de familiares, na rua Daniela, no bairro Aponiã, em Porto Velho.  Ela está presa na Central de Flagrantes da Polícia Civil de Rondônia e deverá ser encaminhada ao presídio feminino de Porto Velho, onde ficará à disposição da Justiça.




Latrocínio

Tatiane confessou ser a mentora do assalto ao restaurante “Xavier Rei do Carneiro”, ocorrido no último dia 30 de setembro, no conjunto Santos Dumont, bairro da Paz, na Zona Centro-Oeste de Manaus. Na ocasião cinco pessoas invadiram o estabelecimento, anunciaram o assalto e efetuaram disparos de arma de fogo contra pai e filho donos do local.

Francisco Xavier Castro Júnior, 53, e o filho dele, o dentista Diego Maciel Almeida Castro, 26, não resistiram aos ferimentos e acabaram morrendo. As cinco pessoas envolvidas no crime já foram presas: Eliazefe de Souza Feitosa, 19, Manuel Riller Macedo da Silva, 19, Wallace Martins dos Santos, 23, Diego da Silva Almeida, 25, e Meire Jane Ferreira de Souza, 24. Tatiane era a única ainda foragida.

Mandado de prisão

Tatiane foi vista pela última vez em Manaus na sala de embarque do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes no dia 7 de outubro de 2013. Ela conseguiu escapar após a desembargadora Maria do Socorro Guedes negar o pedido de mandado de prisão dela e conceder a liberdade da mulher por, segundo a magistrada, não ter havido provas da participação de Tatiane no crime.

Após a suspeita de fuga de Tatiane, o desembargador Djalma Martins, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), tornou sem efeito a liminar proferida por Socorro Guedes e emitiu o mandado de prisão preventiva da mulher, que então foi considerada procurada pela polícia do Amazonas.


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