Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
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Após protestos, prefeito de Tapauá diz que pagará atrasos a universitários

O deputado Sidney Leite (DEM) conversou com prefeito por telefone após receber universitários tapauaenses na sede da ALE-AM. Há incerteza sobre datas de pagamento das bolsas de auxílio



1.jpg Os universitários promovem a manifestação pacífica desde a última semana, exigindo do prefeito Almino os pagamentos atrasados da bolsa de auxílio no valor de R$ 1,2 mil
27/08/2013 às 18:49

O prefeito do município de Tapauá (a 449 km de Manaus), Almino Albuquerque, se comprometeu nesta terça-feira (27) em regularizar o pagamento, em atraso há quatro meses, das bolsas de auxílio aos universitários tapauenses que moram e estudam na capital. A informação é do deputado estadual Sidney Leite (DEM), que conversou com o Prefeito por telefone.

Conforme o parlamentar, nessa quarta-feira (28) será efetuado pela Prefeitura do município o pagamento referente ao mês de dezembro de 2012. Se isso ocorrer, ainda deverão ser feito pagamentos das bolsas dos meses de junho, julho e agosto desse ano, que também não foram realizados.

Cerca de 200 tapauenses que estudam fora do município recebem mensalmente da prefeitura R$ 1,2 mil para ajudar a manter estudos, moradia, alimentação e transporte.

“O prefeito não soube dizer se conseguirá pagar tudo até o final do mês (agosto), nem dizer até quando tudo será regularizado. Ele não se aprofundou no assunto e disse que não sabia o valor total pago pela prefeitura aos estudantes”, informou Sidney Leite.

Promessa

Um grupo de 30 tapauenses está acampado desde a semana passada na sede da representação do município em Manaus, no bairro Parque Dez, Zona Centro-Sul da capital. Eles pressionam a administração de Tapauá para garantir o pagamento dos meses atrasados.

Conforme o estudante Maron Abílio, 29, um dos líderes do movimento, o prefeito Almino Albuquerque disse que responderá o pedido dos estudantes. “Ele disse que vai responder o ofício protocolado pelo movimento até segunda-feira. Mas vamos continuar aqui na sede acampados. Só sairemos quando o dinheiro tiver depositado nas nossas contas”, enfatizou.

Bolsa-auxílio

Os 200 tapauenses são bancados fora da cidade natal deles com uma bolsa R$ 1,2 mil paga prefeitura por meio do programa Universidade para Todos (ProUni), do governo federal. Os universitários denunciaram que apenas 60 estudantes foram privilegiados com os pagamentos em dia e que 140 deles foram deixados de lado por represálias do prefeito Almino Albuquerque.

A equipe de reportagem do ACRITICA.COM tentou entrar em contato por telefone com o prefeito de Tapauá, que está em Manaus, para saber o motivo dos atrasos das bolsas-auxílio e sobre datas e a forma dos pagamentos das quatro parcelas. As ligações não foram completadas.

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