Sábado, 20 de Julho de 2019
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Artur representará prefeitos na 11ª Convenção Nacional do PSDB

Prefeito de Manaus foi escolhido por Aécio Neves para discursar no encontro em que o senador será eleito presidente do PSDB



1.gif O prefeito de Manaus, Artur Neto, durante entrevista coletiva, no saguão do aeroporto internacional Eduardo Gomes
14/05/2013 às 11:51

Artur Neto (PSDB) será o representante dos prefeitos tucanos durante na 11ª Convenção Nacional do Partido, que acontece no próximo sábado (18), no Distrito Federal. Ele discursará a convite do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que na ocasião, será eleito presidente da legenda, em substituição ao deputado Sérgio Guerra (PSDB-PE).

A solenidade, que reunirá filiados, lideranças nacionais e regionais, governadores, senadores, deputados e prefeitos da legenda, é um dos atos da construção da candidatura de Aécio Neves para presidente da República. No encontro tucano, Artur, que é aliado de Aécio, promete fazer um discurso sobre as peculiaridades políticas e econômicas do Amazonas.

O encontro do PSDB acontecerá 11 dias após reunião da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal (CAE), que decidiu pela manutenção dos 12% cobrados pela Zona Franca de Manaus (ZFM), sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O assunto aguçou discursos ‘apimentados’ entre os colegas de legenda, Geraldo Alckim (PSDB-SP), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Álvaro Dias (PSDB-PR) e o próprio Artur.

Nesta segunda-feira (13), ao retornar de Brasília, onde esteve reunido com a presidenta Dilma Rousseff (PT) para pedir apoio aos projetos da prefeitura, Artur Neto  concedeu uma entrevista coletiva.  “Decidi aceitar o convite de Aécio porque tenho um recado honesto para dar aos meus colegas de partido. Irei de peito aberto para chamar o PSDB a uma reflexão de Brasil. Vou falar do que espero da legenda e dos pontos que devem ser melhorados’, disse o prefeito de Manaus.

Durante o período que antecedeu a votação da CAE, Artur Neto, ameaçou diversas vezes abandonar o PSDB caso o partido se posicionasse favorável aos Estados do Sul e Sudeste, na briga pela redução do ICMS cobrado pelo Amazonas. Mas, mudou de tom com a proximidade da votação. Em entrevista coletiva no dia 24 de abril, ele disse ter recebido garantias de que o PSDB nacional não interviria nos votos de seus correligionários, e que por isso não tinha porque deixar a sigla.

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