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Ativistas resgatam 200 cães usados como cobaias e usam as redes sociais para viabilizar adoções

 O grupo de ativistas já se mobilizou para achar um lar para os cães resgatados do Instituto Royal, em São Paulo 18/10/2013 às 13:00
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Segundo ativistas, alguns cães usados em testes do Instituto Royal tinham tumores e estavam mutilados
acritica.com Manaus (AM)

Ao menos 200 cães da raça beagle foram resgatados na madrugada desta sexta-feira (18) por dezenas de ativistas de um centro de pesquisa farmacêutica chamado Instituto Royal, na cidade de São Roque, interior de São Paulo. As informações são da Guarda Municipal e da Polícia Militar do município.

O mesmo grupo de ativistas já se mobilizou para achar um lar para os cães resgatados. Eles criaram uma página na rede social Facebook para conhecer candidatos a adotar os beagles. Os interessados podem acessar a página aqui.

O local já era sitiado pelos ativistas há cerca de uma semana em protesto contra a condição de supostos maus-tratos sofridos pelos cães usados como cobaias. O registro da ocorrência está sendo realizado na Delegacia de São Roque.


Por volta de 2h da madrugada desta sexta-feira (18), os portões do instituto foram arrombados e o local invadido. Uma fila indiana foi formada de dentro do prédio até a saída para o resgate dos cães.

Animais em péssimas condições

Dentre os cães resgatados na madrugada, se encontravam animais sem um dos olhos, com o pêlo raspado, e até um morto dentro de um saco plástico.

Os ativistas afirmaram se tratar de um ato de protesto contra o uso de animais em testes para a industria farmacêutica.


A reportagem tentou procurar mais informações sobre o Instituto Royal para saber que tipo de pesquisa é realizada com cobaias, mas o website da organização está fora do ar.

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