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Balança Comercial acumula déficit de US$ 2,33 bilhões em 2015

Apesar do desempenho negativo, o déficit da balança comercial está menor do que no mesmo período do ano passado. A causa disso são as importações que estão caindo em ritmo maior que as exportações 26/01/2015 às 16:10
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A queda das exportações está sendo puxada pelos produtos manufaturados, cujas vendas caíram 18%.
ACRITICA.COM Manaus (AM)

A balança comercial, diferença entre exportações e importações, registrou déficit de US$ 868 milhões na quarta semana de janeiro, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O resultado elevou para US$ 2,33 bilhões o déficit acumulado no ano. Em 2014, o País fechou com déficit acumulado de US$ 3,9 bilhões. O Amazonas contribuiu para esse resultado negativo, com importações superando exportações em US$ 11,9 bilhões.

Apesar do desempenho negativo, o déficit da balança comercial está menor do que no mesmo período do ano passado. Nas quatro primeiras semanas de 2014, o país tinha importado US$ 3,651 bilhões a mais do que tinha exportado. Tradicionalmente, o indicador registra resultados negativos em janeiro.

A queda no déficit é explicada pelo fato das importações estarem caindo em ritmo maior que as exportações. No acumulado do ano, o País exportou US 10,557 bilhões, queda de 9,4% pela média diária em relação a janeiro de 2014. As importações somaram US$ 12,887 bilhões, recuando 11,8%, também pela média diária.

A queda das exportações nas quatro primeiras semanas de janeiro está sendo puxada pelos produtos manufaturados, cuja vendas caíram 18% principalmente por causa de automóveis, óleos combustíveis, motores e geradores elétricos.

As vendas de produtos semimanufaturados subiram 3%, impulsionadas pelo óleo de dendê em bruto, semimanufaturados de ferro ou aço e ferro fundido.

As exportações de produtos básicos caíram 6%, por causa de minério de ferro, carne bovina, carne suína e arroz em grão. Segundo o ministério, nas importações, o recuo foi maior nas compras de cereais (-40,7%), de combustíveis e lubrificantes (-33,3), de veículos automóveis e partes (-24,4%) e de leite e derivados (-20,7%).

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