Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
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BASF pretende investir R$ 60 mi no Amazonas até 2014

Empresa alemã, que já fabricou fita cassete na ZFM, agora quer montar na capital amazonense uma fábrica de escapamentos



1.gif Thomaz Nogueira e Afonso Lobo se reuniram com executivos da alemã BASF
03/08/2013 às 08:11

Duas décadas após fechar sua fábrica de fitas cassetes, a multinacional alemã BASF quer retornar ao Polo industrial de Manaus (PIM) para produzir, desta vez, escapamentos para motocicletas. Durante essa a semana, executivos da empresa participaram de reuniões com o superintendente da Zona Franca de Manaus, Thomaz Nogueira, governador Omar Aziz e secretário estadual de Fazenda, Afonso Lobo, para definir a instalação de uma nova planta fabril em 2014, que inclui também produzir uma das etapas de escapamento para automóveis.

As informações foram repassadas pelo secretário Afonso Lobo, que esteve, na sede do Governo do Amazonas, com os executivos Alfred Hackenberger, presidente para América do Sul da Basf, Rui Goerck, vice-presidente sênior Catalisadores Basf Corporation. Segundo Lobo, a BASF deixou claro o interesse de vir para Manaus por conta de segurança jurídica e vantagens fiscais do modelo Zona Franca.

A BASF deve investir inicialmente de R$ 60 milhões na fábrica de escapamentos em Manaus, mas antes disso, o projeto de implantação precisa passar pelo Conselho de Administração da Suframa (CAS) e Conselho de Desenvolvimento do Amazonas (Codam).

“Eles estão comprando de outra empresa um terreno que tem um galpão. No futuro, eles querem outras coisas, como investir em defensivos agrícolas, sair do químico para o biológico. Porque a questão da biodiversidade da Amazônia deve ajudar a desenvolver produtos”, explicou Lobo.

O titular da Suframa, Thomaz Nogueira, considera “bem vinda qualquer ação que contribua para o adensamento da cadeia produtiva no PIM”.

Histórico

Conhecida no passado como marca de fitas cassetes, a BASF renovou seu portfólio, se tornando fornecedora de inúmeros insumos para a indústria de base, que vão desde corantes para tecidos, filtros solares, adubos e defensivos agrícolas, vitaminas para serem adicionadas a alimentos, produtos sintéticos de polímeros, isopores, náilon, entre outros que não levam seu nome fantasia. A holding alemã se tornou a líder mundial no setor químico.

No Brasil, o grupo BASF tem fábricas nos Estados de Pernambuco, Bahia, São Paulo e Rio Grande do Sul.

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