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Brasil deu salto qualitativo de crescimento e distribuiu renda, disse Mantega

Mantega destacou que as reservas internacionais estavam em US$ 35 bilhões, “sendo metade do Fundo Monetário Internacional (FMI)”. Agora, lembrou, as reservas estão próximas a US$ 370 bilhões 26/06/2013 às 13:55
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Mantega ressaltou ainda que foram gerados 20 milhões de empregos após o PT assumir o governo federal
Daniel Lima/Agência Brasil Brasília

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu hoje a política econômica do governo. Para ele, o Brasil deu um salto qualitativo de crescimento com distribuição de renda. “O Brasil escolheu a estratégia de acelerar o crescimento porque o crescimento era medíocre. Fizemos a política de inclusão e evitamos que o Brasil permanecesse fragilizado”, disse.

Mantega destacou que as reservas internacionais estavam em US$ 35 bilhões, “sendo metade do Fundo Monetário Internacional (FMI)”. Agora, lembrou, as reservas estão próximas a US$ 370 bilhões.

Mantega ressaltou ainda que foram gerados 20 milhões de empregos após o PT assumir o governo federal. Segundo ele, no governo anterior foram gerados de 3 milhões a 4 milhões de empregos. “Demos cidadania para a população brasileira. O poder aquisitivo da população cresceu. Hoje, compatibilizamos investimentos com o consumo e, com isso, conseguimos fortalecer a economia, com austeridade fiscal e controle da inflação”, disse.

O ministro também disse aos parlamentares que não adiantava perguntar o que é melhor: crescimento com inflação ou sem inflação. “Já sou grandinho para cair nessa armadilha. Tem de compatibilizar as coisas”, defendeu. Ele também disse que a população passou a ter acesso a bens essenciais. O ministro enfatizou que o governo tirou da miséria milhões de brasileiros.

“Os indicadores econômicos e sociais estão bem. Mas enfrentamos um crise. Se adotássemos as propostas da oposição, teríamos problema já em 2009. Os recursos mais que triplicaram em educação desde 2003 até agora. Falta [alguma] coisa? Sim, porque o país ficou 40 anos sem recursos na educação. Não vi nas manifestações ninguém pedindo: cadê o meu emprego?”, disse.

 

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