Domingo, 22 de Setembro de 2019
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Caixa Econômica renegociará dívidas de caminhoneiros, diz presidente do banco

As negociações começam na próxima segunda-feira (15), e vai oferecer até 90% na diminuição da dívida



dasdokaskpoa_914E5CFB-DCD0-4CCC-A54F-85BAB83643E4.jpeg Foto: Nelson Almeida / Getty Images
16/08/2019 às 09:24

O presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, anunciaram a possibilidade dos caminhoneiros renegociarem suas dívidas com o banco. Dívidas de cartão de crédito e outras despesas, como financiamento imobiliário, vão poder ser renegociadas. As negociações começam na próxima segunda-feira (15).

“A caixa já tem uma renegociação com 3 milhões de pessoas, de até 90% de desconto. Seiscentas mil pessoas evitaram de perder suas casas. […] Temos um volume significativo de caminhoneiros que também podem evitar de perder suas casas a partir de negociação que já tínhamos e ampliamos para os caminhoneiros”, disse Guimarães. O anúncio foi feito durante live do presidente Bolsonaro, transmitida em sua conta no Facebook.

Ele acrescentou que a renegociação é para crédito na CEF. Para casos de crédito no Banco do Brasil ou Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Caixa precisaria negociar com os bancos. Bolsonaro acrescentou que estão ocorrendo conversas com esses dois bancos para repetir as negociações também nessas instituições.

O presidente da Caixa também disse que o governo fará um anúncio “revolucionário” a respeito de crédito imobiliário na terça-feira (20). Segundo ele, a novidade valerá para novos contratos. “A gente não pode mexer nos contratos antigos, mas vai gerar bastante demanda, bastante emprego. Será algo revolucionário”.

Jogos Pan Americanos

O presidente voltou a elogiar a atuação dos atletas brasileiros nos jogos Pan Americanos de Lima, realizados nos meses de julho e agosto. Nos 19 dias de jogos, o Time Brasil conquistou 171 medalhas e garantiu o país no 2º lugar do quadro geral de medalhas, com 55 de ouro, 45 de prata e 71 de bronze. É a segunda vez que o Brasil alcança o segundo lugar no quadro geral. A primeira vez havia sido nos jogos de 1963, em São Paulo.

“Conseguimos um segundo lugar nos jogos. Há muitas décadas a gente não conseguia isso. E grande parte dos atletas veio do programa Força no Esporte, administrado pelas Forças Armadas. Esse trabalho não é de agora, veio de governos anteriores mas, com certeza, será melhorado”, disse o presidente.

Bolsonaro ainda disse que estuda a possibilidade de enviar um projeto de lei que permita que os atletas medalhistas em competições do porte de Olimpíada e Jogos Pan Americanos possam incorporar, em caráter de estabilidade, aos quadros militares. Ele, no entanto, ainda ouvirá o ministro da Defesa, General Fernando Azevedo e Silva, e os comandantes das Forças Armadas para saber se a medida é possível.


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