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Cotidiano
Saúde

Cáritas e pastorais reafirmam opinião contrária ao reordenamento da saúde

As entidades querem que as mudanças sejam discutidas com a sociedade como um todo 22/06/2016 às 10:36 - Atualizado em 22/06/2016 às 11:34
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A coletiva ocorreu nesta manhã, no Centro de Formação da Arquidiocese (Cefam), localizado na avenida Joaquim Nabuco, Centro (Antonio Menezes)
Silane Souza Manaus (AM)

A Cáritas de Manaus e as Pastorais Sociais, ligadas à Igreja Católica, reafirmaram nessa quarta-feira (22), em coletiva de imprensa, que são contra o reordenamento da Rede de Atenção em Saúde, em fase de implementação pelo Governo do Estado. As entidades querem que as mudanças sejam discutidas com a sociedade como um todo.

A coletiva ocorreu nesta manhã, no Centro de Formação da Arquidiocese (Cefam), localizado na avenida Joaquim Nabuco, Centro. Estiveram presente o bispo Auxiliar de Manaus, Dom José Albuquerque,  o vice-presidente da Cáritas de Manaus, padre Orlando Gonçalves, e o coordenador de Pastoral, padre Geraldo Ferreira.

Na ocasião, o vice-presidente da Cáritas de Manaus, padre Orlando Gonçalves, disse que o reordenamento é uma atitude inconstitucional porque não é dialogado com aqueles que são usuários de direito e que devem indicar ao governo como a proposta da mudança deve ser feita. "Esse é o nosso primeiro princípio. Queremos aprofundar esse debate da saúde", afirmou.

O bispo Auxiliar de Manaus, Dom José Albuquerque, afirmou que a igreja apóia a decisão das entidades em buscar mais debate sobre o reordenamento. "A população está reclamando então estamos atentos ao que se pode fazer para a situação não piorar porque do jeito que a proposta foi colocada isso vai acontecer. Por querer ajudar o governo a garantir a saúde para todos nós queremos que haja mais discussão sobre isso e não que seja uma proposta fechada".

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