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Caso Belota: Jimmy Robert aguarda início do julgamento no Fórum Henoch Reis

Quem presidirá a sessão será a juíza titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, Mirza Telma de Oliveira. Na última segunda-feira (18), a magistrada negou o pedido de adiamento do julgamento dos acusados 21/11/2013 às 09:32
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Jimmy Robert de Queiroz Brito é réu confesso
acritica.com Manaus, AM

Jimmy Robert de Queiroz Brito, acusado de comandar os homicídios de três membros da própria família, o pai Roberto Brito, 61, sua tia Gracilene Roberto Belota, 55 e prima, Gabriela Belota, 26, em janeiro deste ano, já chegou ao Fórum Ministro Henoch Reis onde terá o julgamento iniciado na manhã desta quinta-feira (21). Junto com Jimmy, serão julgados Ruan Pablo Bruno Cláudio Magalhães e Rodrigo de Moaes Alves, que confessaram participação no triplo homicídio.

Para organizar o fluxo de pessoas no Fórum, localizado na Zona Centro-Sul de Manaus, foram destacados 42 homens da Assistência Militar do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Comando de Policiamento Metropolitano e Comando de Policiamento Especial.

Quem presidirá a sessão será a juíza titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, Mirza Telma de Oliveira. Na última segunda-feira (18), a magistrada negou o pedido de adiamento do julgamento dos acusados. O pedido foi impetrado pela defesa do réu Rodrigo de Moraes Alves.

Julgamento começa

O julgamento dos três réus do “Caso Belota”, Jimmy Robert de Queiroz Brito, Ruan Pablo Bruno Cláudio Magalhães e Rodrigo de Moaes Alves, começou às 9h20 da manhã desta quinta-feira (21). Marcada para começar às 9h no Fórum Henoch Reis, localizado na Zona Centro-Sul de Manaus, a sessão conta com a presença de pelo menos 200 pessoas na platéia, entre familiares, estudantes de direito e imprensa.

Jimmy Robert de Queiroz Brito, é acusado de homicídio qualificado por motivo torpe, crueldade, furto qualificado e maus tratos a animais. Além disso, existe um agravante no processo contra Jimmy, já que ele é apontado pelo Ministério Público, como o mandante dos crimes contra a família.

Amigos e familiares, de Roberto Brito, 61, Gracilene Roberto Belota, 55 e Gabriela Belota, 26, vestem camisas com fotos dos entes queridos. Eles foram assassinados em janeiro deste ano.

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