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Cotidiano
"FARRA" DO COMBUSTÍVEL

PC recebe pedido de abertura de inquérito para investigar 'farra do combustível'

A solicitação foi feita pelo vereador Chico Preto (PMN) que considera que há inconsistência nas informações prestadas pela Superintendência Municipal de Transportes Urbanos 26/04/2017 às 15:43 - Atualizado em 26/04/2017 às 15:46
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Pedido de Chico Preto foi recepcionado (Tiago Corrêa - DIRCOM/CMM)
acritica.com Manaus

A Polícia Civil do Amazonas recebeu, nesta semana, um pedido de abertura de inquérito policial para investigar a quantidade de veículos apresentados pela Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) e “farra do combustível”. A solicitação foi feita pelo vereador Chico Preto (PMN) que considera que há inconsistência nas informações prestadas pela Superintendência. 

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que o documento protocolado foi encaminhado a delegada Leila Zuli Silva, diretora da Divisão de Recebimento, Análise e Distribuição de Inquéritos e Termos Circunstanciados de Ocorrência e de Armazenamento de Material Apreendido (Drad), que irá fazer a distribuição para o Distrito Integrado de Polícia (DIP) apurar o caso, de acordo com a área do fato.

O vereador do PMN disse que todas as tentativas anteriores já foram feitas, mas “não foram entendidas”,  o que o fez recorrer à Polícia Civil. “Esta é a única via que me resta nesse momento, para que cumpra esse papel”, afirmou. “O transporte é um caso de polícia, pelas discrepância das informações, discrepâncias muito graves sobre gasolina, quantidade de ônibus, não recolhimento de impostos”, afirmou. 

O parlamentar justifica no documento que se busca “uma investigação minuciosa por parte de nossa polícia judiciária para que, caso reste provado, responsabilize aos que trazem prejuízos e mazelas ao caótico sistema de transporte público de nossa cidade e possa, por fim, esclarecer o que talvez sejam relações promíscuas entre o poder público e o ente privado”.

Para o líder do governo na CMM, vereador Marcel Alexandre (PMDB), a denúncia trata-se de “meras ilações”. “Até então, ninguém apresentou uma materialidade de algum dolo”, disse.

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