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Centro de Operações de Controle completa 400 dias de monitoramento em Manaus

Com a implantação do COC foi possível trazer para o sistema prisional as tornozeleiras eletrônicas para cumprimento de pena alternativa 19/06/2015 às 15:24
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O projeto tem garantido mais segurança no sistema prisional com o monitoramento 24 horas das unidades
acritica.com Manaus (AM)

O Centro de Operações de Controle (COC), implantando pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), completou 400 dias em atividade. Desde o ano passado o projeto tem garantido mais segurança no sistema prisional com o monitoramento 24 horas das unidades e de apenados que cumprem pena alternativa com a tornozeleira eletrônica.

Após um ano em funcionamento e com bons resultados, a ideia é aprimorar o trabalho para que o COC continue sendo um importante aliado na administração dos presídios.

“O COC tem funcionado muito bem porque é um suporte para os presídios, é mais fácil controlar pelas câmeras e em contato direto com a unidade. Por isso queremos continuar aprimorando esse sistema”, lembrou o secretário Louismar Bonates.

Atualmente, são 276 câmeras ativas nas cadeias e presídios e o COC trabalha entrando em contanto Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) e os diretores das unidades por meio de rádio, sempre visando garantir a segurança em caso de tentativas de rebeliões e motins. O centro também implantou novos bloqueadores de celular em todas as unidades que são controlados pela central, na sede da Seap.

O Amazonas é um dos primeiros estados a implantar uma central de monitoramento como instrumento estratégico de gestão e ferramenta de segurança das unidades prisionais da capital.  “Quando iniciamos, apenas os presídios de Brasília e os presídios federais tinham esse sistema de maneira eficaz”, disse Bonates.

Com a implantação do COC foi possível trazer para o sistema prisional as tornozeleiras eletrônicas para cumprimento de pena alternativa. São 430 tornozeleiras e 33 botões do pânico ativos que ajudam a reduzir custos para o Governo do Amazonas e desafogam o sistema prisional. Os apenados também são monitorados 24 horas.

Um dos coordenadores, Nelson Oliveira, ressaltou que a meta em 2015 é que o sistema possa oferecer 1 mil tornozeleiras para a Justiça como pena alternativa. Além de Nelson, Natanael Guimarães também coordena a equipe de 92 pessoas que trabalham diretamente no COC. 

*Com informações da assessoria de imprensa

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