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‘Centro’ para empresas é lançado nesta terça-feira (13) pela UEA

Incubadora de empresas voltada para a área de projeto e inovação será lançada hoje pela UEA 13/08/2013 às 10:11
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O centro pretende abrigar doze empresas que já estejam formalizadas e quatro delas podem usufruir do espaço físico
Adan Garantizado ---

Com financiamento de R$ 100 mil da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), lança nesta terça-feira (13) uma incubadora de empresas voltada para a área de inovação: A IN/UEA. A estrutura ficará abrigada na Escola Superior de Ciências Sociais (ESO), bairro Cachoeirinha, Zona Centro-Sul.

A IN/UEA pretende abrigar doze empresas que já estejam formalizadas. Quatro delas, podem, inclusive, usufruir do espaço físico na Escola de Ciências Sociais. A incubadora também vai agrupar três propostas de negócios e desenvolvê-las junto aos idealizadores dos projetos. Alunos, professores e funcionários da instituição de ensino terão prioridade de ingresso, mas projetos e empresas de fora da Universidade também poderão concorrer ao edital, que será lançado pelo reitor Cleinaldo de Almeida Costa, durante o evento de inauguração da IN/UEA, hoje, às 17h.

Idealizador da incubadora, o professor do curso de administração da UEA, Wlademir Leite, disse que a IN/UEA é uma necessidade do mercado local. O professor defende que a cultura de empreender deve fazer parte da formação escolar e acadêmica dos alunos. “Em cursos como engenharia e medicina, isso é deixado de lado. Assim, o estudante não se vê estimulado em montar uma construtora ou um novo hospital. Ele não saberia como administrá-los. E isto é algo que deve ser estimulado o mais cedo possível”, comentou.


Prazo

As empresas que fecharem contrato com a incubadora terão dois anos para desenvolver seus projetos, com prazo prorrogável por mais um ano. “Vamos disponibilizar consultoria, treinamento, captação de mercado ára estas empresas progredirem. A UEA produz muitas teses e dissertações. Agora nós precisamos aplicar todas estas ideias na sociedade”, argumentou Wlademir. “O nome de incubadora segue os mesmos moldes do setor do hospital. Só que lá eles cuidam de crianças recém-nascidas que precisam ser assistidas. Aqui, nós vamos cuidar de empresas. Muitas ideias boas acabam sendo perdidas por esta falta de assessoramento. Queremos evitar isto”, finalizou o professor da Universidade do Estado do Amazonas.

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