Sábado, 15 de Maio de 2021
Trecho alagado

Cheia do Rio Negro obriga interdição da rua dos Barés

O trecho foi interditado pelo Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), na tarde desta segunda-feira (03/04), devido ao alagamento no local, por conta da subida dos rios



WhatsApp_Image_2021-05-03_at_17.24.26_631DB895-1253-4590-A774-F086042A3A0F.jpeg Foto: Junio Matos
03/05/2021 às 17:38

Um trecho da rua dos Barés, no Centro de Manaus, foi interditado pelo Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), na tarde desta segunda-feira (03/04), devido ao alagamento no local, por conta da subida dos rios. A interdição foi feita pensando na dificuldade de fluxo de veículos naquela área . 

De acordo com o diretor-presidente do IMMU, Paulo Henrique Martins, foi feita uma vistoria no Centro da cidade, no último domingo (02/03), onde foram identificados os possíveis problemas que poderão ocorrer devido a cheia. Também foi discutido sobre como ficaria a questão do trânsito no local. 
 
“A rua dos Barés é o primeiro ponto a alagar. Conversamos com o prefeito e foi autorizada a interdição do local. Será interditado o trecho da rua Joaquim Nabuco, até a rua Pedro Botelho, pois durante esse período, essa área vai encher e o tráfego vai ficar pior, então estamos antecipando para que não tenha nenhum problema para os carros que circulam aqui”, disse Paulo Henrique Martins. 



O Chefe da Casa Militar, tenente William Dias, falou sobre a Operação Cheia, que está ocorrendo nos bairros de Manaus.

“Atuamos em alguns bairros de Manaus, de forma preventiva, como no Educandos, Mauazinho e São Jorge. No Mauazinho construímos aproximadamente 500 metros de ponte, de forma a contribuir com 200 famílias que foram diretamente beneficiadas para essa situação. Ontem estivemos no Centro, conversamos com o prefeito, e decidimos fechar essa rua, de forma preventiva e com atuação de preparação para a cheia”, disse Dias. 

A comerciante Franci Rodrigues, tem uma loja de peças e acessórios na rua dos Barés, e relatou que teme uma cheia como a de 2012. 

“Em 2012 aqui ficou tudo alagado, tivemos um prejuízo muito grande, por isso já estamos com um projeto para começar a aumentar as prateleiras, e colocar uma proteção na frente para evitar que a água entre dessa vez. Sempre que chove já ficamos em alerta, com medo”, explicou a comerciante.

Repórter de A Crítica

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