Terça-feira, 20 de Agosto de 2019
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Chuvas aumentam perigo em ruas mal conservadas do AM

Erosão das vias é acentuada pela má conservação de bueiros e muros de contenção, tornando o tráfego da cidade ainda mais perigoso



1.jpg Rua Perimetral, no conjunto Versalles: desafio aos motoristas
18/02/2013 às 09:30

causado pelas águas de igarapés, que por má conservação de bueiros e de muros de contenção, vão provocando a erosão das vias e colocando em risco os pedestres e motoristas que por elas trafegam.

Um destes pontos está localizado na avenida Mário Ypiranga Monteiro, uma das mais movimentadas da cidade. Quando chove forte, o igarapé do Bindá, que passa atrás do conjunto Eldorado, costuma transbordar e invadir parte da pista no sentido centro-bairro. A calçada neste mesmo trecho está danificada e quem passa pelo local teme que um acidente possa acontecer.

“Passo a pé todos os dias para visitar uma irmã que mora num condomínio aqui próximo e acho perigoso. As autoridades devem estar atentas, verificar se existe algum problema que possa comprometer a calçada e a pista, antes que aconteça algo pior”, observa o desenhista Michael Nishiki.

No Jardim de Versalles, a rua que interliga o conjunto 1 e 2, foi tomada pelas águas do igarapé da Redenção e segundo os moradores, o problema, independe de dias chuvosos. “Mesmo nos dias de sol a água continua correndo pela pista. Mas quando chove, a água praticamente impede o trânsito de carros e o asfalto está sendo levado. Já chagamos até a jogar cascalho para diminuir os buracos”, conta o comerciante Mário Almeida.

A rua invadida pelas águas é uma das principais do Jardim de Versalles e, caso fique intransitável, obrigará os moradores a fazer um trajeto mais longo para sair do conjunto. “Nossa única opção será pela Redenção”, diz a turismóloga Daiana Teles.

Ações emergenciais

A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) informou, por meio de sua assessoria, que as duas situações abordadas na matéria serão repassadas nesta segunda-feira aos distritos competentes. A nota diz ainda que a Seminfh “trabalha há pouco mais de 45 dias de maneira emergencial, com os serviços de tapa-buraco. Serviços como drenagem e pavimentação serão feitos no verão, devido às condições climáticas mais favoráveis”.

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