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Ciência explica situação de corpo encontrado intacto

Legista explica que condições do solo e do morto podem causar o fenômeno 25/07/2013 às 22:09
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Parte do rosto do garoto, com testa, olhos e nariz estavam conservados
Jornal A Crítica Manaus (AM)

O mistério envolvendo a conservação do corpo do adolescente Francisco Tavares da Silva, sepultado há 15 anos num cemitério da zona rural de Nhamundá (a 375 quilômetros de Manaus), pode ser compreendido pela geologia e pelo histórico de saúde dele antes da morte. A informação é do  médico legista Raimundo Sérgio Machado. O tempo da decomposição, segundo o especialista, está diretamente ligado as condições em que o corpo foi enterrado.

Francisco da Silva morreu  vítima de hepatite na comunidade São Benedito do Aduacá, área rural de Nhamundá. Segundo relatos de parentes, o corpo do jovem foi encontrado intacto por coveiros do município no dia 7 deste mês. No dia do encontro, familiares velavam o corpo de pai de Francisco, Alfredo da Silva, que tinha o desejo de ser enterrado junto com o filho.

“Casos como esses não são muito comuns. Já aconteceram algumas vezes, mas não temos estatísticas disso, por exemplo. A conservação do corpo depende muito do solo, do clima e do estado de saúde da pessoa antes dela morrer. Em casos de morte por doença o tipo a fase de evolução da doença antes da morte também influenciam na decomposição do corpo”, disse o diretor-presidente do IML destacando registros semelhantes nos cemitérios Parque Tarumã e São João Batista, em Manaus.

A família do jovem se reunirá nesta sexta-feira (26) à noite para decidir se oficializará ou não o pedido de exumação do corpo do jovem. “


Leia mais na edição desta sexta-feira (26) do jornal A Crítica

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