Sábado, 22 de Fevereiro de 2020
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CNJ abre processo para investigar conduta de desembargadora do RJ sobre Marielle

Nota do ministro João Otávio de Noronha foi divulgada nesta terça-feira (20). Psol e a Associação Brasileira de Juristas entraram com representação contra a magistrada



desembargadora.jpg Foto: Reprodução
20/03/2018 às 18:02

Após duas representações, o Conselho Nacional de Justiça abriu nesta terça-feira (20) processo para investigar a conduta da desembargadora do Rio de Janeiro, Marília Castro Neves, sobre manifestações mentirosas contra a vereadora Marielle Franco, executada na capital carioca.

Em nota à imprensa, o ministro João Otávio de Noronha, corregedor Nacional de Justiça, declarou a abertura da investigação.



“Diante das recentes notícias veiculadas em meios de comunicação sobre manifestações públicas da desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Marília Castro Neves, a respeito da vereadora carioca assassinada, Marielle Franco, o corregedor Nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, determinou a abertura de procedimento para averiguar os fatos”.

O Psol e a Associação Brasileira de Juristas para Democracia entraram no CNJ com duas representações contra a magistrada. Em relação às postagens feitas pela desembargadora Marília Neves em redes sociais sobre a atuação de uma professora portadora da Síndrome de Down, o corregedor nacional determinou a abertura de Pedido de Providências e será concedido prazo para que a desembargadora se manifeste a respeito.


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