Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2020
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Com um mês de mandato, prefeito de Coari Raimundo Magalhães explica contas da Casa

O prefeito de Coari, Raimundo Magalhães, empossado na último dia 16 de abril, diz que Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado concordam com despesas



1.jpg Raimundo Magalhães (PRB) foi o segundo lugar nas últimas eleições do município de Coari
22/05/2015 às 15:42

O prefeito de Coari, Raimundo Magalhães (PRB), disse, ontem, ter recebido recomendações para dispensar licitação na contratação de R$ 3,2 milhões em alimentos para merenda escolar, materiais de higiene e expediente, combustíveis e transporte aéreo para doentes. De acordo com ele, o próprio Ministério Público do Estado (MPE-AM) se espantou com o caos no município e sugeriu a solução emergencial dos problemas.

“Fomos instruídos pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) a tomar essa decisão porque as crianças estavam sem aulas. O próprio procurador, Fábio Monteiro, disse ‘tudo aqui é prioridade’



Todos os contratos sumiram e tínhamos que pagar os professores e ter merenda escolar”, disse o prefeito, ao informar que o “sumiço” está sob investigação da polícia.

Segundo o assessor técnico da Comissão Permanente de Licitação (CPL) da cidade localizada 363 quilômetros de Manaus, o próprio Tribunal de Contas da União (TCU) apresenta regras que permitem a compra sem licitação em casos de extrema urgência.

“As compras devem ser feitas por pregão eletrônico, mas o prefeito assumiu e as prateleiras estavam vazias. Como pagar por algo sem saber se é oficial ou foi feito de maneira correta?”, questionou.


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