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Comércio deve abrir cerca de 4,5 mil novas vagas de emprego neste início de ano

Inauguração de novas lojas nos shoppings de Manaus são as principais causas de abertura em vagas de emprego 05/01/2015 às 11:04
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Lojas do centro venderam menos que o esperado, mas projeções são positivas para este ano
Camila Leonel Manaus (AM)

Para quem entrou o ano novo em busca de emprego, o comércio, especialmente lojas dos shoppings de Manaus, estarão com vagas abertas neste mês de janeiro. Cerca de 4.500 postos deverão estar disponíveis devido a abertura de novas lojas nos centros de compras da capital.

De acordo com o presidente da Câmara dos Dirigentes Logistas de Manaus (CDL-Manaus), Ralph Assayag, no fim de 2014 foram sete mil vagas disponíveis para atender a demanda do comércio.

“Foram sete mil vagas abertas no fim do ano, mas no início desse ano, algumas lojas irão demitir as pessoas que não se adequaram à empresa ou porque contrataram pessoas a mais no fim do ano e agora precisarão demitir”, disse Assayag.A estimativa é que 50% das pessoas contratadas sejam dispensadas.

Em contrapartida, 4.500 novas vagas serão abertas, dessas, cerca de 2.000 são vagas que não foram preenchidas no fim do ano. Outro fator que impulsionará as contratações é a inauguração de novas lojas no mês de janeiro e fevereiro.

Números de 2014

De acordo com o presidente da CDL Manaus,no natal o comércio cresceu 6.9%, esse valor foi abaixo dos 8% previstos para a época. Apesar de ser abaixo da meta, Assayag, classificou como um bom resultado para o setor. “Esse ainda é um numero bom. No ano passado crescemos bastante e isso se deve a abertura de novas lojas, um 13° salário maior porque as pessoas ficaram mais tempo empregadas”, disse.

Uma das reclamações dos lojistas nesse fim de ano, foi do movimento de vendas abaixo das expectativas. Quanto a isso, Assayag explicou que a concorrência aumentou ocasionando a queda no movimento de pessoas no centro da cidade. “

A abertura de novas lojas nos shoppings na Zona Norte da cidade representou Um concorrência muito grande para as lojas do centro. As pessoas que moram nas zonas Norte e Leste, que iriam pegar cerca de uma hora de ônibus, preferiram comprar naquela região mesmo. Este é um momento de ajuste no comercio”, disse.


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