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Conclave: Cardeais recebem guia para missa e exemplar da Constituição da Igreja

A primeira votação do conclave ocorrerá a partir das 17h  (13h de Brasília). A missa será celebrada pelo cardeal decano, o italiano Angelo Soldano 11/03/2013 às 11:23
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Antes da missa, os cardeais deixarão a Casa Santa Marta, onde estão hospedados, em direção à Capela Paulina
Renata Giraldi/ Enviada Especial da Agência Brasil/EBC Vaticano

Os 115 cardeais que vão participar nesta terça-feira (12) da primeira votação do conclave receberam nesta seguda-feira (11) um livreto - que é o guia da missa que será celebrada antes da assembleia, um exemplar da Constituição da Igreja Católica Romana, além de um conjunto de documentos com fotografias e informações de todos os presentes.

A primeira votação do conclave ocorrerá a partir das 17h  (13h de Brasília). A missa será celebrada pelo cardeal decano, o italiano Angelo Soldano. O evento será celebrado em italiano, mas tem também trechos em latim e deve durar uma hora e quarenta.

Antes da missa, os cardeais deixarão a Casa Santa Marta, onde estão hospedados, em direção à Capela Paulina. Cantores acompanham os cadeais que seguem na seguinte ordem – diáconos, presbíteros e arcebispos. Depois, ocorre o juramento de sigilo.

O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, disse hoje que os cardeais fazem um juramento coletivo e depois individual. O texto comum, dito por cada religioso com a mão sobre o Livro dos Evangelhos é:  “Prometo e juro, assim que Deus me ajude e os Santos Evangelhos me guiem”.

O número de profissionais de imprensa aumentou nos últimos dias com a expectativa do início do conclave e da eleição do papa. De acordo com Lombardi, o Vaticano concedeu 5,6 mil credenciais (autorizações) para a cobertura. Porém, as atividades são limitadas por vários critérios: a maioria dos profissionais recebeu autorização provisória, que não permite cobrir certas cerimônias.

O sistema de imprensa do Vaticano tenta dar o suporte necessário para jornalistas italianos e estrangeiros, mas nem sempre consegue. A maior queixa é sobre a limitação de acesso à internet e à telefonia celular quando começam as reuniões dos cardeais, já que a comunicação externa é limitada.


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