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Confiança dos empresários da construção tem queda de quase 8% no primeiro trimestre

Praticamente todos os segmentos sinalizaram desaceleração. As obras de acabamento tiveram retração de 7,3% no trimestre encerrado em março, ante a queda de 1,5% em fevereiro 02/04/2013 às 08:38
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As obras de acabamento tiveram retração de 7,3% no trimestre encerrado em março, ante a queda de 1,5% em fevereiro
Fernanda Cruz/ Agência Brasil São Paulo

O Índice de Confiança da Construção registrou queda de 7,9% no primeiro trimestre do ano, ante o decréscimo de 6,9% no trimestre terminado em fevereiro. O resultado do indicador, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que a tendência de desaceleração do nível de atividade econômica do setor, percebida desde o final de 2012, vem se mantendo neste início de ano.

Praticamente todos os segmentos sinalizaram desaceleração. As obras de acabamento tiveram retração de 7,3% no trimestre encerrado em março, ante a queda de 1,5% em fevereiro. O aluguel de equipamentos de construção e demolição apresentou queda de 0,5%, ante a variação de 5,1%. As obras de infraestrutura para engenharia elétrica e de telecomunicações foram exceções às quedas, e tiveram alta de 5,3% no primeiro trimestre, contra a variação de -6% no trimestre encerrado em fevereiro.

A variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual apresentou queda de 9,9% em março, contra retração de 7,9% em fevereiro. O grau de satisfação com a situação atual dos negócios foi o item que exerceu maior pressão negativa sobre o índice.  Houve queda de 10,1% em março, ante redução de 9,1% em fevereiro. Das 687 empresas consultadas, 25% avaliaram a situação atual como boa, contra 33,8% no mesmo período de 2012. O percentual de empresas que consideraram a situação ruim foi 13,6%, ante os 9,9% registrados há um ano.

O Índice de Expectativas, na comparação interanual trimestral, passou de -6% em fevereiro para -6,3% em março. O grau de otimismo com a tendência dos negócios nos seis meses seguintes foi o item que exerceu maior influência na piora do índice. Registrou-se queda de 7% em março, contra retração de 5,3% em fevereiro.


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