Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2019
Notícias

Contra o Aedes, FVS dá início à instalação de telas protetoras em caixas d’água no interior do AM

A Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) intensificou as ações de combate contra a proliferação do Aedes aegypti, começando pela aplicação de telas protetoras nas caixas d’água sem tampa e demais depósitos utilizados pela população para armazenar água para consumo



1.jpg De acordo com o diretor-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Bernardino Albuquerque, ao todo, 60 mil telas foram distribuídas para 39 municípios do interior
11/12/2015 às 15:37

As ações de combate a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya, foram intensificadas também no interior do Estado. A Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) começou a aplicação de telas protetoras nas caixas d’água sem tampa, e demais depósitos utilizados pela população para armazenar água para consumo, como tambores, tonéis, camburões e tinas.

De acordo com o diretor-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Bernardino Albuquerque, ao todo, 60 mil telas foram distribuídas para 39 municípios do interior, considerados de alto risco para a transmissão das doenças pelo Aedes aegypti. “Concluímos esse mês a distribuição das telas para as 39 cidades, das quais há presença do Aedes aegypti”, disse.



Albuquerque explicou que as telas protetoras substituem as tampas não só das caixas d’água, mas também dos tambores, tonéis, camburões e tinas, que são muito utilizados pela população amazonense.

“No interior se encontra muitas casas com os depósitos de água sem tampa, ou porque o vento levou ou porque foi destruída, e nesses casos utilizamos as telas que são porosas e evitam qualquer acumulo de água”, destacou.

Municípios

De acordo com o mapa de vulnerabilidade para dengue do Amazonas, conforme critérios do Ministério da Saúde, 16 municípios estão com “muito alto risco”: São Gabriel da Cachoeira, Tefé, Coari, Codajás, Lábrea, Humaitá, Manaus, Itacoatiara, Careiro, Manacapuru, Nova Olinda do Norte, Maués, Borba, Novo Aripuanã, Guajará e Tabatinga. Os de “alto risco” também são 16, assim como os 16 de “médio risco”. Já de “baixo risco”, são 14 localidades.


 
Conforme a FVS, é importante destacar  que tais parâmetros consideram a série histórica de epidemias e ou surtos de dengue nos últimos 10 anos.

Associa-se a este, os dados do LIRAa, densidade populacional em área urbana bem como questões de saneamento básico incluindo abastecimento de água dentre outros. Os municípios foram ranqueados de acordo com a maior vulnerabilidade frente ao risco de transmissão de arboviroses por Aedes aegypti.


Mais de Acritica.com

Sobre Portal A Crítica

No Portal A Crítica, você encontra as últimas notícias do Amazonas, colunistas exclusivos, esportes, entretenimento, interior, economia, política, cultura e mais.