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Deputada classifica de “factóides” as acusações da assessoria jurídica do prefeito de Coari

O advogado de Adail Pinheiro, Antônio Batista, informou por meio de nota que ingressou com uma ação civil pública contra a parlamentar por improbidade administrativa 19/07/2013 às 13:43
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Presidente da CPI da Pedofilia Érika Kokay
Lúcio Pinheiro ---

Em nota publicada, publicada nesta quinta-feira (18) no seu site oficial, a presidente da CPI da Pedofilia, da Câmara de Deputados, deputada Érika Kokay (PT-DF), classificou de “factoídes” as acusações da assessoria jurídica do prefeito de Coari, Adail Pinheiro (PRP-AM), de que a comissão gastou dinheiro público para ir ao município participar de um “circo” armado pela oposição do prefeito.

“A CPI não se intimidará diante de quaisquer ilações e factóides criados por Adail Pinheiro ou por qualquer outra pessoa. A CPI tem o dever de investigar e de proteger as crianças e adolescentes daquele município, do estado do Amazonas e do Brasil. E gozamos, para tal finalidade, das prerrogativas que nos foram outorgadas pelo povo brasileiro e por seus representantes”, escreveu a deputada. A nota foi publicada no www.erikakokay.com.br.

O advogado de Adail Pinheiro, Antônio Batista, informou por meio de nota que ingressou com uma ação civil pública contra a parlamentar por improbidade administrativa.

“Não vamos nos pautar pelo prefeito. Ele que tem que explicar e provar que não utilizou recursos públicos para financiar manifestação contra a CPI e para alimentar uma rede de exploração sexual”, disse Érika Kokay, nesta quinta-feira, em entrevista por telefone.

A secretaria municipal de Comunicação de Coari informou ontem que o prefeito não comentaria a nota da presidente da CPI. Segundo a secretaria, Adail ainda está em São Paulo se recuperando da cirurgia de hérnia. A doença foi o motivo alegado para o prefeito não prestar depoimento à comissão da Câmara dos Deputados, no dia 9.

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