Quinta-feira, 22 de Agosto de 2019
ELEIÇÕES 2018

Pauderney Avelino quer trocar a Câmara dos Deputados pelo Senado

Convenção nacional do Democratas apontou o nome de Pauderney como pré-candidato a senador. Tudo indica que ele deverá compor a provável chapa encabeçada pelo senador Omar Aziz (PSD) ao Governo do Estado



pauderney.JPG Foto: Divulgação
10/03/2018 às 13:10

A convenção nacional do Democratas (DEM), realizada na quinta-feira (8) lançou as pré-candidaturas do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), à Presidência da República, do deputado federal Pauderney Avelino (AM) ao Senado e ainda elegeu o prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto (ACM Neto), como presidente nacional da legenda. 

Sem entrar nos detalhes das alianças do DEM com os partidos que vão formar a chapa para disputar o pleito de outubro de 2018, no Amazonas, Pauderney Avelino explicou os motivos para querer deixar a Câmara dos Deputados e atuar no Senado, cargo para o qual concorreu nas eleições de 2006 e não foi eleito.

“Dei minha contribuição ao partido e ao Amazonas como deputado federal. Agora, coloco a minha pré-candidatura ao Senado para que possamos trabalhar com mais afinco e dentro de outro foco que é representar o nosso estado seja em defesa dos interesses da capital, da Zona Franca de Manaus, do interior, da produção rural, meio ambiente e outros segmentos. Portanto, a minha pré-candidatura ao Senado está também à disposição do povo”, declarou.

Embora tenha tangenciado sobre qual lado vai ficar nas eleições deste ano, tudo indica que Pauderney deverá compor a provável chapa encabeçada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM) ao governo do Estado, com o apoio do prefeito de Manaus Arthur Neto (PSDB). Informações de bastidores dão conta de que o tucano-mor deverá permanecer à frente da prefeitura até o final do mandato, mas vai indicar o vice da chapa de Aziz. O indício é que o filho do prefeito, o deputado federal licenciado e atual secretário da Casa Civil, Arthur Bisneto, seja esse nome.

Questionado sobre a possibilidade da aliança da eleição suplementar de 2017, que elegeu Amazonino Mendes (PDT), juntar-se novamente, Pauderney despista. “Nós estamos ainda na fase de composição, de conversas para daqui a cinco meses (agosto) chegarmos à convenção. Em política, tudo é possível”, declarou.

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