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Dilma e Obama concordam em impulsionar comércio e viagens

A presidente do Brasil e o presidente norte-americano se encontraram nesta terça-feira na Casa Branca em uma visita com objetivo de impulsionar os laços econômicos e virar a página no escândalo de espionagem 30/06/2015 às 14:26
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Chefe do governo brasileiro e presidente dos EUA concederam entrevista coletiva na Casa Branca
Roberta Rampton e Idrees Ali - Reuters WASHINGTON (EUA)

A presidente Dilma Rousseff e o presidente norte-americano, Barack Obama, se encontraram nesta terça-feira na Casa Branca em uma visita com objetivo de impulsionar os laços econômicos e virar a página no escândalo de espionagem.

Os presidentes entraram em acordo em uma série de passos para facilitar que pessoas e bens transitem entre os dois países, incluindo a reabertura da comercialização de carne fresca, informou a Casa Branca em nota.

Dilma originalmente aceitou o convite de Obama para uma visita de Estado formal em outubro de 2013, mas adiou a data desta visita após revelações do ex-prestador de serviços da Agência de Segurança Nacional norte-americana Edward Snowden de que os Estados Unidos espionaram Dilma e outros brasileiros.

Em um sinal de que os líderes colocaram o caso Snowden para trás, os presidentes entraram em acordo de que os dois países continuarão a cooperar em assuntos cibernéticos, com um encontro planejado em Brasília. O encontro cobrirá "a economia digital, segurança cibernética e prevenção de crimes cibernéticos", de acordo com a nota.

Eles também entraram em acordo para tomar medidas para que norte-americanos e brasileiros possam viajar entre os dois países sem vistos, e autorizar brasileiros a se candidatarem para a "Entrada Global" quando visitarem os Estados Unidos no início de 2016.

Sobre o meio ambiente, os dois países concordaram em aumentar sua quantidade de energias renováveis na geração de energia através de outras formas além da hidrelétrica para 20 por cento até 2030. O acordo ocorre antes de uma grande conferência sobre o clima em Paris, em dezembro, e era uma das principais prioridades de Obama.

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