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E-Commerce: Lojas se arriscam no comércio eletrônico voltado para Manaus

Info Store lançou neste mês um site com entregas somente para a capital, onde produtos chegam em até 48h. Consultor explica que novos canais aumentam lucro e integração com clientes 19/02/2016 às 16:36
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Endereço pode ser acessado por meio de diferentes dispositivos móveis
OSWALDO NETO Manaus (AM)

A partir de agora, os clientes da Info Store poderão fazer suas compras sem sair de casa. Com o objetivo de atrair novos clientes e fidelizar aqueles que já são consumidores, a empresa lançou neste mês a sua loja virtual com a intenção de impulsionar a modalidade na Região Norte. A novidade no e-Commerce local prevê a compra on-line e menos tempo de entrega dos produtos.

Conhecida por ser uma das marcas mais completas em componentes eletrônicos da cidade, a Info Store apresenta em suas 11 lojas um leque de opções para os fãs do universo de games, eletrônico e informática. Essa diversidade será totalmente transferida para a Internet, com a possibilidade de o cliente realizar um cadastro e pedir vários produtos em uma única compra.

De acordo com o consultor do E-Commerce da Info Store, Roberto Wajnsztok, a plataforma é um canal que incentiva não só a interação com os clientes como possibilita um maior faturamento. “No E-Commerce, e-mails são enviados de um a dois dias, por exemplo. Ou seja, é uma relação muito mais estreita daquela que você tinha apenas com a loja física”, explica.

Com experiência em três grandes redes de varejo do Brasil, Wajnsztok afirma ainda que a imersão no comércio digital é uma atitude promissora. “Se ele compra com você pela loja física e pelo E-Commerce, ele gasta X mais 20%, se ele compra pela loja física, mais E-Commerce, mais telefone ele gasta X mais 40%. Quanto mais canais o cliente tem de acesso a você, mais ele gasta”, disse.

Nova regra

Devido sua importância para a economia, o E-Commerce tem sido objeto de debates no Supremo Tribunal Federal (STF). Uma ação que passou a valer a partir de 1º  de janeiro deste ano divide a arrecadação das compras feitas virtualmente entre os estados. Antes disso, apenas a empresa de origem - na maioria das vezes no Sul e Sudeste - recolhia toda a alíquota.

O secretário executivo da Receita da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Jorge Jatahy, é a favor da ideia. Embora mudança ainda esteja cercada de dúvidas em âmbito federal, pode ser considerada a mais “justa”. “As vendas pela Internet vêm crescendo muito, bem acima do comércio normal. Toda implantação é um pouco difícil pras pessoas assimilarem, mas num espaço de tempo será simplificada”.

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