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Eletrobrás Amazonas assina termo de combate ao Aedes aegypti com FVS e Fiocruz AM

A meta é capacitar 300 leituristas da Eletrobrás Amazonas que irão atuar na identificação e alerta à população sobre os possíveis focos de criadouros do mosquito 19/02/2016 às 19:37
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O coordenador do programa do Ministério de Minas e Energia de combate ao mosquito, Edivaldo Risso parabenizou o engajamento dos leituristas
alexandre pequeno Manaus (AM)

Dando continuidade às ações do "Dia D de combate ao Zika" ocorridos nesta sexta-feira (19), a Eletrobrás Amazonas Energia promoveu um evento que reuniu a Fundação de Vigilância Sanitária e o Centro de Pesquisas Leônidas e Maria Deane (Fiocruz Amazônia) com o objetivo de capacitar os colaboradores da empresa na propagação das informações de combate ao mosquito Aedes Aegypti para a população manauara.

A solenidade de Assinatura do Termo de Cooperação da Campanha de Combate ao Aedes, desenvolvido em parceria com a Fundação de Vigilância em Saúde e a Fiocruz Amazônia ocorreu às 17h desta sexta-feira (19) na auditória da sede da Eletrobrás Amazonas, localizada na Av. Sete de Setembro, bairro Cachoeirinha. A meta é capacitar 300 leituristas da Eletrobrás Amazonas que irão atuar na identificação e alerta à população sobre os possíveis focos de criadouros do mosquito que pode transmitir as doenças: dengue, febre chikungunya e Zika vírus, na capital e interior.

De acordo com o presidente da Eletrobrás Amazonas, Antônio Carlos Faria de Paiva, a parceria vai permitir a identificação dos locais propícios ao surgimento dos mosquitos através dos leituristas dos contadores de energia. “O convênio assinado e esse treinamento vai permitir que os nossos leituristas identifiquem os locais, as residências onde existam possíveis focos de criadouros de mosquitos. Todos os lugares propícios a serem criadouros serão identificados para podemos evitar essa proliferação”, afirma.

Bernardino Albuquerque, diretor da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) comparou os danos causados a partir do Aedes aegypti com a paralisia infantil. “Isso é uma situação preocupante, pior que do passamos com a paralisia infantil no passado. As doenças podem causar não só paralisia, como comprometimento na visão, na audição. Hoje temos 40 municípios com a presença do mosquito no Amazonas, e com isso estamos buscando parcerias e procurando o apoio da população”, explicou Bernardino.

O diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luiz Bessa, ressaltou a importância da população como elemento principal no combate ao mosquito. “Se não tivermos o apoio populacional, da sociedade, de cada um fazer sua parte para multiplicar o esforço estaremos nadando sem nunca chegar à praia. A população também deve estar preocupada com a proliferação do mosquito. Essa luta não é do governo, do ministério da saúde ou das instituições, essa luta é da população”, defende Bessa.

Mais cedo, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga participou de uma comitiva que fez uma vistoria na subestação do Mutirão. Após isso, ele  andou por algumas ruas do bairro Novo, no Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus, distribuindo panfletos e orientando a população sobre o combate ao mosquito.

Braga teve uma leve indisposição e não pôde comparecer ao evento na sede da Eletrobrás. Em seu lugar, o coordenador do programa de mobilização nacional ao mosquito, Edivaldo Risso, ressaltou o trabalho dos leituristas na atuação. “O ministério de Minas e Energia foi um dos primeiros a atuar nesse processo à pedido da presidente Dilma. Os leituristas chegam em todos os cantos do país, onde autoridades não conseguem chegar, então tenho certeza que nós podemos contar com esse trabalho”, ressaltou.

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