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Cotidiano
PREVENÇÃO

Em ano de crise econômica, seguros para veículos ganham importância no mercado

Seguradoras ressaltam necessidade de se procurar agências com credibilidade. Atualmente, seguro básico cobre roubo, colisão, incêndio, e há planos específicos para taxistas e mototaxistas 11/06/2016 às 11:51
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Em casos de colisões, seguros oferecem serviço de guincho (Foto: Euzivaldo Queiroz)
Dani Brito

Com a onda de violência cada vez mais forte em Manaus, é bom ficar atento a um cuidado, que soa mais como uma prevenção. Sabe aquele ditado que diz: “É melhor prevenir do que remediar”? Pois é disso que o MANAUS HOJE fala hoje, da importância em fazer um seguro para o veículo.

O ano está sendo de queda de procura nas seguradoras, devido à crise econômica do Brasil. Mas é importante lembrar que em momentos difíceis, um plano de seguro pode amenizar e até solucionar os problemas. As opções de contrato são variadas e por isso mesmo é importante ficar atento antes de fechar negócio com uma seguradora e desta forma evitar qualquer uma destas “dores de cabeça”.

A gerente geral da Porto Seguro, Itaú e Azul Seguros, Marilene Ferreira, relata a importância em procurar uma agência com credibilidade. “Aqui temos profissionais prontos para esclarecer quaisquer dúvidas dos clientes principalmente em relação ao que o plano irá cobrir ”, explicou. O valor do seguro está ligado diretamente ao perfil do assegurado. “São levadas em consideração itens, como idade, sexo, tempo de habilitação, onde ele mora, se tem garagem fechada”, ressaltou Marilene.

Atualmente um seguro básico cobre roubo, colisão e incêndio. O serviço inclui ainda assistência com guincho em casos de acidentes e panes mecânicas, troca de pneus e socorro em caso de acabar a gasolina no meio da rua. “Aqui nós temos inclusive um seguro específico para taxistas e mototaxistas”, lembrou a gerente.

Há dois anos a contadora Luciane Cavalcante, de 43 anos, foi surpreendida com uma colisão. “Fui na concessionária, fiz o orçamento e levei para eles. O serviço foi feito em 10 dias  e durante esse tempo todo eu ainda fiquei com um carro reserva”, lembrou a contadora. Já a auxiliar administrativa Daniele Nogueira, de 37 anos, passou maus momentos quando perdeu o carro durante um assalto. “Se eu não tivesse feito o seguro, o meu prejuízo seria bem maior. Só demorou mais para eu conseguir finalizar o processo, porque eu acreditei erroneamente que a polícia iria elucidar o caso”, revelou.

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