Quarta-feira, 28 de Outubro de 2020
POLÍTICA

No AM, três candidatas transexuais usam nome social para eleição

TSE registrou até esta sexta-feira, um dia antes do fim do prazo, mais de 100 pedidos de candidaturas com o nome social em todo o Brasil



2_qSP8NGD_4882378F-B34F-4982-9534-03DE11B051EA.jpg Foto: Reprodução/Internet
25/09/2020 às 18:32

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou até esta sexta-feira, um dia antes do fim do prazo, mais de 100 pedidos de candidaturas com o nome social, ou seja, o nome pelo qual pessoas transexuais, transgêneros e travestis preferem ser chamadas, ao invés daquele registrado em cartório e que não reflete a sua identidade de gênero.

O uso do nome social na urna eletrônica foi aprovado em 2018, contudo o pleito de novembro será o primeiro que essa possibilidade poderá ser adotada por candidatos municipais. No Amazonas, três candidatos irão disputar o cargo de vereador com o nome social.



Dois deles concorrem em Manaus: a ativista Bruna La Close (PT) e a técnica de enfermagem Jacqueline Malldonnado (DC). Em Urucará, a candidata é a servidora pública municipal Fafá (PSL).

Dos 102 pedidos de registro de utilização de nome social nas eleições deste ano, o estado de São Paulo lidera com 19 candidatos. No pleito de 2018, em todo o país apenas 29 candidatos declararam o nome social.

Os partidos desses candidatos variam, vão da esquerda, onde tradicionalmente encontram guarida, à direita. Segundo o levantamento da Aliança Nacional LGBTI+, as candidaturas para o pleito de 2020 estão sendo registradas em sua maioria pelo PT e pelo Psol, mas PSDB, PSL, DEM que são partidos com traços conservadores também têm candidaturas LGBTI+.

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