Sábado, 18 de Maio de 2019
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Embarcação que colidiu com tronco de madeira estava regular e está navegando normalmente

Barco motor Coronel Tavares, que na última quarta-feira (1º) colidiu com um tronco de árvore próximo à orla do bairro Puraquequara, Zona Leste, quando voltava de Parintins, e que por pouco não afundou, não corre mais o risco de afundar em consequência do acidente



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O acidente ocorreu por volta de 9h da manhã, quando a embarcação retornava do município de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus).
02/07/2015 às 21:07

O barco motor Coronel Tavares, que na última quarta-feira (01) colidiu com um tronco de árvore próximo à orla do bairro Puraquequara, Zona Leste, e que por pouco não foi a pique, não corre mais o risco de afundar em consequência do acidente. A informação é da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental (CFAOC), conhecida como Capitania dos Portos.

“Neste momento, a embarcação encontra-se restaurada e navegando normalmente”, diz um dos trechos da nota divulgada ontem.

Apesar de ter aberto o Inquérito Administrativo sobre Fatos da Navegação (IAFN), que visa apurar as causas e responsabilidades pelo acidente, a Capitania informou que a embarcação não apresentou nenhuma irregularidade tanto no número de passageiros quanto a equipamentos de segurança.

“De acordo com o Certificado de Segurança da Navegação (CSN) a capacidade de passageiros corresponde a 338. No momento do acidente, a embarcação encontrava-se com 242 passageiros. A embarcação avariada possuía coletes salva-vidas para todos os passageiros e foi inspecionada pela Capitania durante a Operação Parintins. O acidente não ocasionou vítimas e nem poluição hídrica”, completa a nota.

O acidente ocorreu por volta de 9h da manhã, quando a embarcação retornava do município de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus). O comandante conseguiu atracar o barco na comunidade Terra Nova, localidade próximo ao Puraquequara.

Os passageiros que estavam a bordo entraram em pânico, mas ninguém ficou ferido. Todos foram resgatados pelo navio Ana Beatriz, que passava próximo e os transportou até o Porto de Manaus.

No mesmo dia o barco Coronel Tavares foi escoltado pela Capitania dos Portos até o Porto. O vazamento para dentro do porão foi controlado pelo acionamento de bombas motorizadas, medida que impediu a completa alagação.

De acordo com a assessoria da Capitania, a escolta foi apenas por uma questão de segurança porque, durante o trajeto, devido o uso das bombas, não havia risco da embarcação afundar.

Alguns dos passageiros teriam denunciado o excesso de lotação da embarcação na saída de Parintins, mas não teria havido a fiscalização de rotina no porto de Itacoatiara. Entretanto, a Capitania dos Portos informou, no dia do acidente, que o barco sofreu duas fiscalizações, incluindo no Município de Itacoatiara.

Antecipado

Um mês antes do Festival de Parintins a Capitania dos Portos fez uma vistoria em todos os barcos que iriam se deslocar para a festa dos bumbás. A inspeção era para a expedição de uma de licença especial. Na semana da festa o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) fiscalizou a situação dos extintores de incêndio.


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