Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019
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Emissão de Carteira de Trabalho cai 2,3% no Amazonas

Números são da SRTE e compreendem o período de janeiro a abril. Expectativa para segundo semestre é demanda por Carteira de Trabalho cresça



1.jpg Diariamente, uma média de 130 pessoas procuram atendimento na SRTE
07/06/2013 às 08:21

Caiu em 2,3% a emissão de Carteira de Trabalho no Amazonas, entre janeiro e abril, segundo dados da Superintendência Regional do Trabalho (SRTE). No período, foram emitidas 50 mil desses documentos contra 51.710 em igual intervalo no ano passado.

A despeito disso, o superintendente Dermilson Chagas aposta em incremento no mercado de trabalho no segundo semestre, principalmente na área da construção civil e indústria.



Mensalmente

Em janeiro desde ano foi emitidas 10.672 carteiras, entre manuais e informatizadas, em fevereiro foram 10.733, em março foram 13.321 e, em abril foram 15.753, o que representa 21.2% a mais que no mesmo mês do ano passando, quando registrou 12.987 carteiras emitidas.

Foram ao todo 50.479 carteiras emitidas no quadrimestre deste ano.

Na sede da SRTE, na avenida André Araújo, Aleixo, são atendidas em média 130 pessoas diariamente para a emissão da versão informatizada, e já saem com a carteira em mãos. Há atendimento também nos postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine) estadual e municipal, para a emissão da versão, mas o prazo de entrega é maior.

Já nas unidades de Pronto Atendimento ao Cidadão (PAC´s) o trabalhador pode requerer a manual e recebe ela na hora.

Primeira via

Para solicitar a primeira via documento é necessário ter em mãos a Carteira de Identidade, CPF e comprovante de residência. E quem pretende a segunda via, é preciso levar também a Carteira de Trabalho anterior ou Boletim de Ocorrência de perda ou extravio dela, e o espelho do PIS.

Para a secretária Maria Lúcia Castro, 49 anos, que na manhã de ontem esteve na SRTE para solicitar a segunda via da CTPS, há muitas vagas no mercado, mas a maior dificuldade do trabalhador hoje está na qualificação e quem não possuir os cursos exigidos conseguirá uma contratação será uma barreira.

“Algo que tenho percebido é que as empresas têm passado a valorizar quem possui mais idade, por ser considerado mais responsável e experiente”, disse a recém contratada em um escritório de contabilidade.

Já o estudante, Geovani da Silva, de 17 anos, que busca a sua primeira experiência profissional, conciliar trabalho e estudos será uma tarefa difícil, mas a vontade de se tornar independente é maior. “Como estudo de noite, acredito que não terei muitas dificuldades e isso vai ajudar a me especializar na área que quero, que é construção civil”, planeja.


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