Terça-feira, 19 de Novembro de 2019
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MPF-AM intima empresária em inquérito de operação contra a venda clandestina de ouro

Após a deflagração da operação em janeiro deste ano, o caso repercute no MPF. A denúncia afirma que empresas gozavam de incentivos da Zona Franca de Manaus e fraudavam o Processo Produtivo Básico (PPB)



show_2018-02-27-PHOTO-00000217.jpg (Foto: Arquivo A Crítica)
23/07/2018 às 19:03

O Ministério Público Federal do Amazonas (MPF-AM) instaurou inquérito civil para intimar uma testemunha envolvida na Operação Elemento 79, deflagrada em fevereiro deste ano com o objetivo de combater a venda clandestina de ouro. A decisão foi  publicada no Diário Oficial do MPF-AM de ontem. 

No documento, a procuradora Ana Carolina Haliuc Bragança intima, em caráter de urgência, a empresária Adelaide Iná Patelli Guimarães para comparecer até a Procuradoria da República de São Paulo, cidade onde a empresária vive, para a realização de videoconferência ao interesse do inquérito civil. A empresária  já foi interrogada na deflagração da operação no início do ano. 



De acordo com dados do sistema da base CNPJ, Adelaide  é sócia de duas empresas no ramos de joias localizadas em São Paulo, a J.G. & I.P. - Representação Comercial de Joias e Relógios Ltda e a T e T Comércio Ltda.

A operação Elemento 79 é uma operação realizada em conjunto entre a Polícia Federal e a Receita Federal. A investigação possui como foco as empresas Ciala da Amazônia Refinadora de Metais e a Bracont Consultoria Contábil.

A denúncia afirma que as empresas gozavam de incentivos da Zona Franca de Manaus e fraudavam o Processo Produtivo Básico (PPB), que é aprovado pela Suframa para a concessão de benefícios fiscais. Fraudar o PPB configura crime federal, uma vez que os impostos deixam de ser recolhidos.


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