Segunda-feira, 22 de Abril de 2019
publicidade
1.gif
publicidade
publicidade

Notícias

Empresários defendem rodovias BR-319 e 230

Fieam e Fecomércio afirmam que desobstrução de rodovias do Amazonas reduziriam transporte de cargas e custo de vida


07/06/2012 às 14:51

Com 1,5 milhão de quilômetros quadrados de extensão territorial, o Amazonas vive o grande entrave logístico por falta acesso rodoviário e ferroviário com o mercado produtor e consumidor brasileiro.

Interloculores da indústria e comércio defendem a reforma da BR-319 e da BR-230, abertas há mais de 40 anos, uma vez que o acesso rodoviário permitiria uma economia de quatro a sete dias de tempo de chegada das importações e exportações ao Estado e um barateamento em torno de 30% do frete pago hoje pelos empresários.

Mais ainda: o preço final para o consumidor amazonense, tanto de produtos manufaturados como de insumos alimentícios chegaria mais em conta.

Hoje, comércio e indústria recorrem ao frete rodofluvial. Toda carga vem dos Estados produtores até Belém, seguindo a Manaus por balsa, o que demora em torno de 20 dias até liberação aduaneira.

“O frete corresponde a 50% valor da mercadoria. Pagamos caro por sermos amazonense”, enfatizou o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antônio Silva.

A BR-319 liga o Amazonas ao Estado Rondônia, por sua vez à malha rodoviária do Centro-Oeste e Sudeste do País. Já a Transamazônica (BR-230) cruza que intercepta as cidades de Lábrea, Humaitá e Apuí cruza o Pará, interligando o Norte ao Nordeste.

“Essas estradas já tinham sido traçadas no passado, no governo militar. O plano ambiental tinha que ser feito antes de abrirem a estrada. É capricho ambientalista que não vive na Amazônia e não sofre o que nós sofremos. Não vem pra cá e não sente o que nós sentimos”, pontuou Silva.

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amazonas (Fecomércio-AM), José Roberto Tadros, diz que o frete rodoviário é 30% mais barato que o aéreo. “Com as estradas teríamos alimentos em quatro dias com caminhões frigorificados. O Estado de Rondônia é uma fronteira agrícola com o Mato Grosso. No Amazonas, a produção industrial da Zona Franca e o Brasil só se beneficiariam”, defendeu.

publicidade
publicidade
Coreia do Sul procura novos setores para investir na Zona Franca de Manaus
Fieam promove Semana Nacional do Crédito em Manaus no dia 27 de novembro
publicidade
publicidade
publicidade
publicidade

publicidade
publicidade

Sobre Portal A Crítica

No Portal A Crítica, você encontra as últimas notícias do Amazonas, colunistas exclusivos, esportes, entretenimento, interior, economia, política, cultura e mais.