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Cotidiano
PLANO EMERGENCIAL

Estado recebe novos medicamentos e governador vai rever contratos visando a Saúde

Segundo o governador, em até 15 dias o material deve abastecer hospitais e unidades de saúde na capital e nos 61 municípios do interior 29/05/2017 às 20:20 - Atualizado em 29/05/2017 às 20:23
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O diretor da Cema, Erike Barbosa (de costas), David Almeida (de marrom) e o secretário de Saúde, Vander Alves (à dir) / Foto: Paulo André Nunes
Paulo André Nunes Manaus (AM)

O Plano Emergencial de Saúde do Governo do Estado, anunciado na semana passada pelo governador David Almeida, deu ontem um dos seus primeiros passos práticos: a chegada de 526 itens de medicamentos, itens hospitalares e materiais laboratoriais e odontológicos à Central de Medicamentos do Amazonas (Cema), entidade responsável pela distribuição.

O próprio Almeida inspecionou, na manhã desta segunda-feira (29), o descarregamento do material que, segundo a previsão dele, em até 15 dias deve abastecer hospitais e unidades de saúde na capital e nos 61 municípios do interior.

Um montante de R$ 52 milhões foram empregados para a compra dos remédios. “Os depósitos estão sendo abastecidos e, neste momento, estamos em contato com a empresa que faz a logística, para que possa acelerar a entrega dos medicamentos, tanto para hospitais da capital quanto do interior, e a população possa ser atendida”, destacou o governador.

“Já temos o registro dos laboratórios públicos e de 60 itens que atendem à baixa e média complexidade das unidades do interior. Vamos comprar agora mais R$ 6 milhões em medicamentos e, em um prazo de até 25 dias, acredito que esses medicamentos já estejam aqui para atendermos, principalmente, a demanda do interior. Todos os municípios do interior vão receber esses 60 itens com medicamentos que são essenciais para o funcionamento nas unidades”, comentou o governador, ao supervisionar a chegada dos medicamentos.
revendo contratos

Almeida informou que o Governo vai rescindir ou rever contratos para priorizar os investimentos na saúde. Ele não explicou quais as pastas do Estado que vão sofrer essa revisão.
“Junto com os técnicos do Estado estamos analisando alguns contratos que vamos diminuir substancialmente. Outros nós vamos rescindir para que possamos investir na área de saúde, porque eu acredito que é a área que nós precisamos atacar nesse primeiro momento”, disse.

A compra direta de medicamentos junto aos laboratórios públicos é uma alternativa adotada pelo Governo do Estado para racionalizar o uso dos recursos públicos, já sendo possível economizar até 40% com a compra de 60 itens já autorizadas pelo poder.

Problemas

O diretor da Cema, Erike Barbosa, informou que havia municípios, como Manacauru, Iranduba e Autazes, que estavam há um período de 8 a 10 meses sem receber medicamentos e praticamente sem atendimento médico nas unidades, atuando apenas no essencial, e não no ideal.

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