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Estradas do AM consideradas de regulares a péssimas pela CNT

Só uma, entre quatro estradas avaliadas, obteve índice geral 'bom' na pesquisa da confederação. As demais tiveram índices considerados regular, péssimo ou ruim 18/10/2014 às 01:41
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Trecho da BR-319
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Nenhuma das quatro estradas do Amazonas avaliadas no estudo realizado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) obteve classificação geral positiva. Nos três itens avaliados (pavimento, sinalização e geometria das estradas), a AM-010, BR-174 e BR-319 tiveram índices considerados regular, péssimo ou ruim. A exceção foi a BR-230 que teve trechos considerados como bom.

A pesquisa feita ao longo de 30 dias avaliou 256 km da AM-010, 481 km da BR-174, sendo 465 no Amazonas e 16 no Mato Grosso, e apenas 27 km da 230 (Transamazônica) e 398 km da BR-319, sendo que a rodovia tem 877 km. O item sinalização foi o que obteve a pior avaliação em todas as estradas do Estado variando de ruim a péssimo.  

A pesquisa concluiu que as condições do pavimento das estradas na Região Norte causam um aumento de 37,6% no custo do transporte. Nacionalmente, o problema é responsável pelo aumento médio de 26% no custo do transporte. O intuito da pesquisa foi oferecer um panorama atual da malha rodoviária brasileira, essencial ao planejamento e à operação de transporte.

A pesquisa avaliou 98.475 quilômetros de estradas federais e estaduais, sob administração pública ou concessão, o que equivale a 48,4% do total de vias asfaltadas no Brasil (203.599 quilômetros). O trecho mais bem avaliado no Brasil é a ligação entre São Paulo e Limeira (trecho das BR-364/SP-310 e SP-348 – rodovias Washington Luís e Bandeirantes).

Em contrapartida, a pior avaliação foi para a ligação entre Natividade, no Tocantins, e Barreiras, na Bahia (trecho das rodovias TO-040/280, BA-460 e BR-242).Problema nacionalSegundo o estudo, 62,1% das principais rodovias do País apresentam problemas. Dos 18.960 quilômetros de rodovias sob concessão privada analisados, pouco mais de 4,9 mil quilômetros foram considerados regulares, ruins ou péssimos, o equivalente a 25,9% do total.

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