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Cotidiano
FEIRA DO ESTUDANTE

Estudantes amazonenses aspiram fazer intercâmbio e estudar em países como EUA

Jovens buscaram mais informações sobre assunto durante palestra sobre o tema realizada na 8ª Feira Norte Estudante (FNE), que está acontecendo gratuitamente no Manaus Plaza Centro de Convenções 28/09/2017 às 09:12
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Especialista em intercâmbio Soraya Moresi (à dir.) conversa com estudantes após sua palestra, ontem, na Feira do Estudante (Foto: Márcio SIlva)
Paulo André Nunes Manaus (AM)

Assim como muitos estudantes, os jovens David de Souza Machado, 18, e Maria Clara Leal Pereira, 20, aspiram viajar para outros países e fazer um intercâmbio. Ontem, ambos foram ao 1º dia da 8ª Feira Norte Estudante (FNE), que está acontecendo gratuitamente até esta sexta, dia 29, no Manaus Plaza Centro de Convenções, para saber mais sobre o assunto. 

Ambos cursam ensino técnico de Enfermagem na faculdade Fametro e participaram da palestra “Estudar nos Estados Unidos é mais fácil do que você pensa”, que foi ministrada pela professora de Inglês do Instituto Cultural Brasil Estados Unidos (Icbeu) e orientadora para estudos nos EUA, Soraya Moresi.

“Minha oportunidade é futuramente ingressar em um intercâmbio. Sou vestibulanda de Medicina e quero ver como depois da faculdade poderei fazer uma residência, um mestrado ou doutorado fora nos Estados Unidos”, explicou Maria Clara. A jovem escolheu os EUA por conta do avanço nas pesquisas que o País possui. Minha meta é me formar aqui e depois seguir para os Estados Unidos por conta do campo de pesquisa que existe lá. Ou seria lá ou na Alemanha. Quero ir para a área da genética, e lá é muito desenvolvido”, comenta ela. 

“Nós buscamos informações sobre como chegar em uma universidade boa com muito esforço e estudo também. Em princípio não quero ir para fora, mas quem sabe no futuro talvez”, comentou David Machado que, junto com a colega, quer ver outras palestras desta vez sobre serviço social e tecnologia. “Quero ver as palestras sobre “Medicina vocação ou profissão”, de psicologia e outras”, conta Maria Clara.

Rede

Na palestra de ontem, a professora Soraya Moresi divulgou a rede Education USA, que oferece informação, orientação e acompanhamento para quem busca faculdades e universidades nos Estados Unidos que atendam às suas necessidades.

“Somos a fonte oficial de informações para estudos nos Estados Unidos e também divulgamos os programas “Jovens Embaixadores” e “Oportunidades Acadêmicas”, cujas inscrições abrem agora dia 1º de novembro”, explicou a especialista em intercâmbio’.

De acordo com Moresi,para os Estados Unidos, o Brasil está em oitavo lugar em número de estudantes internacionais dentro daquele País. “Eles têm essa estatística de quem somos o País que manda bastante estudantes para os EUA”, relata. Segundo ela, a maior barreira dos estudantes ainda é a língua, o inglês. “No programa ‘Oportunidades Acadêmicas’, que começa agora em novembro, já houve ano que sobraram vagas porquê os alunos não tinhamcompetência no Inglês para continuar o processo de aplicação. É bom aluno, excelente aluno no ensino médio, faz trabalho voluntário e preenche todos os pré-requisitos, é aluno de escola pública, mas não tem o inglês e é preciso da língua para se comunicar. Muitos querem, poucos vão”, informa ela.

Passos importantes

“Aprender um idioma e fazer intercâmbio são passos importantes na vida de um estudante. Por isso, é imprescindível entender qual programa se adapta melhor a você, ao seu estilo de vida e às suas pretensões profissionais. A feira será a oportunidade ideal para isso”, enfatiza a coordenadora do evento, Inês Lima.

Blog

Ana Laiz Nogueira, 16 anos, estudante do Ifam

Na palestra sobre intercâmbio eu procurei entender melhor como ingressar em uma faculdade, e fazer um curso no Canadá ou Estados Unidos, este segundo país um dos meus principais objetivos depois do ensino médio. Mas também procuro para outros países. Já passei por algumas empresas e agências de intercâmbio aqui em Manaus, só que é sempre bom ficar sabendo mais sobre o assunto porque é uma parte bem burocrática te aceitarem para fazer um curso fora em uma universidade. São muitos documentos que temos que ter, além de contar com boas notas”.

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