Terça-feira, 20 de Outubro de 2020
MEDIDA

Estudo da Betway Online Cassino destaca uso da inteligência artificial

Betway destaca que o diferencial da inteligência artificial é a sua capacidade de, assim como os seres humanos, aprenderem a partir da tentativa e erro, porém, como uma capacidade de aprendizado acelerada milhões e até bilhões de vezes



intelig_ncia_4FD12144-C142-4B60-B8D6-F46EACDA4F54.JPG Foto: Reprodução/Internet
22/11/2019 às 14:55

Desenvolvida desde a elaboração da primeira máquina de Alan Turing, nos anos 40, que serviria de base para o que é o computador moderno, a inteligência artificial passou ‘rapidamente’ de ações hoje consideradas simples, como a resolução de jogos mentais, para atividades complexas que deixariam o pai da computação orgulhoso e até mesmo assustado. O conceito pop mais conhecido de como seria o futuro, com carros voadores, pode dar lugar ao de carros, empresas e até mesmo hospitais que funcionam com base em inteligência artificial.

Um estudo recente da Betway Online Cassino, site de caça níquel, destaca que o diferencial da inteligência artificial é a sua capacidade de, assim como os seres humanos, aprenderem a partir da tentativa e erro, porém, como uma capacidade de aprendizado acelerada milhões e até bilhões de vezes, devido sua alta capacidade de processamento. Essa dinâmica de aprendizado, somada ao fato de que uma máquina não possui pressões emocionais como o medo e a raiva faz com que o computador tome a decisão mais próxima da certa.



A metodologia do erro e acerto vai ao encontro do que John McCarthy, considerado um dos maiores nomes no campo da inteligência artificial, disse em uma conferência em 1956. Segundo ele, a definição do termo envolve "fazer a máquina comportar-se de tal forma que seja chamada inteligente caso fosse este o comportamento de um ser humano”.

Errar é humano?

A técnica de erro, acerto e memorização das melhores ações, sejam elas em jogadas de um tabuleiro, ou em ações de emergência, como saber a hora certa de frear o carro para evitar um acidente, surpreendeu o mundo pela primeira vez no fim dos anos 80 e 90, quando grandes mestres incontestáveis do xadrez foram derrotados por computadores em partidas normais. A vitória da máquina sobre o homem no jogo que é tido como “uma régua de inteligência humana” era o prenúncio do que estava por vir.

Avanços do uso da inteligência artificial ainda no campo dos jogos mentais continuariam a acontecer nos anos seguintes, já que jogos mentais como tabuleiros ou o pôquer, que utiliza técnicas complexas como o blefe, são utilizados por cientistas como campo de experimentação empírica para o desenvolvimento da inteligência artificial.

“Quando você pesquisa algo empírico, você tem que aplicar em alguma coisa. Jogos em geral capturam muitas coisas que ligamos a uma inteligência artificial. Têm que planejar em tempo real, pensar em consequências das suas ações”, afirma Marlos C. Machado, doutor em inteligência artificial pela Universidade de Alberta, no Canadá, onde participou de grupos de estudos que usaram a IA em jogos de estratégia.

Do tabuleiro para a medicina

Mais do que vencer os melhores jogadores humanos do mundo em jogos de tabuleiro, o uso de inteligência artificial pode lidar com problemas reais com o mesmo nível de dificuldade. Nos dias atuais, problemas complexos, como o tratamento da diabetes, doença que afeta 425 milhões de pessoas mundialmente, conforme a Federação Internacional de Diabetes, são tratados com a ajuda das técnicas utilizadas por inteligência artificial em pôquer.

“Quando você está doente, com diabetes, existem diferentes tratamentos. Mas há tratamentos que, para você, são super-eficazes, mas para outras pessoas não são, e o tratamento que é médio eficaz para todo mundo. O que eles fizeram foi: podemos fazer como em um jogo de pôquer. O seu corpo são as cartas escondidas, e eu quero jogar da melhor forma, ou seja, tratá-lo da melhor maneira possível, com as informações que eu tenho”, conta Marlos C. Machado.

Médicos em Portugal também desenvolveram um sistema que ajuda a guiar os médicos com informações sobre o paciente, sugerindo o melhor tratamento baseado nas características físicas e psicológicas da pessoa. Pesquisadores da IBM também desenvolveram um programa que ajuda no diagnóstico da diabetes tipo 1, mapeando anticorpos da doença, que geralmente exige histórico familiar e fatores de risco para ser identificada.

Entretenimento de antecipação

O uso da inteligência artificial não para apenas na medicina. Atividades em áreas como o entretenimento, com recomendações de músicas, filmes e jogos com base no uso do usuário, além de recomendações de amizades, produtos e páginas são feitas por meio de algoritmos. O mesmo acontece com aplicativos como o Waze e Google Maps, que cruzam informações de usuários, as analisam e definem a melhor rota, além de alertar o motorista sobre o trânsito ou eventos excepcionais.

“Existe um outro trabalho que eles falam que é de segurança de aeroporto. Você pensa também em um jogo. Talvez haja terroristas querendo atacar o aeroporto, e a segurança, de novo, lida com informações escondidas. Como faz para desenvolver uma abordagem para esse monitoramento? Também há técnicas de pôquer aplicadas nesses resultados”, completou Machado.

Ações como essas são a diferença entre manter um aplicativo, por exemplo, e desinstalar outro da memória de um smartphone, influenciando em uma indústria que gira bilhões de dólares por ano.

Segundo estudo, a humanidade está testemunhando o que pode ser a verdadeira definição de “futuro”, que ao que tudo indica, está mais próximo do que pensamos.

A aplicação da inteligência artificial nos dias atuais vai muito como ajuda em resoluções de jogos mentais, para atividades complexas como tratamento de doenças, elaboração de estratégias de segurança, entre outros.

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