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Cotidiano
CONFIANÇA NA JUSTIÇA

Família de prefeito morto comemora prisão de suspeito de ordenar crime em Maraã

Então vice-prefeito do município é acusado de tramar morte do antecessor para assumir o cargo dele. "A Justiça está sendo feita", disse irmã da vítima 21/12/2016 às 18:35 - Atualizado em 21/12/2016 às 19:13
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Luiz Magno foi preso na tarde desta quarta-feira e trazido para Manaus (Foto: Daniel Marciel / Divulgação)
acritica.com Manaus (AM)

A família de Cícero Lopes, que era prefeito de Maraã quando foi assassinado, em 28 de fevereiro deste ano,  mostrou satisfação em ver Luiz Magno Praiano Moraes (PMDB) ser preso na tarde desta quarta-feira.

Magno, que era vice-prefeito na ocasião do crime, foi preso por meio de mandado expedido pela desembargadora Carla Reis, a pedido do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), por suspeita de tramar a morte de Cícero Lopes.

"A gente está feliz. Apesar de não ter mais meu irmão de volta, a gente está vendo que a Justiça de Deus e do nosso Estado está sendo feita", afirmou Maria Lopes, irmã de Cícero, que estava no Instituto Médico Legal, em Manaus, aguardando a chegada de Magno, que vai ao local fazer exames de corpo de delito antes de ficar sob custódia.

De acordo com Maria, a família sempre teve certeza do envolvimento de Magno no crime. Ele foi preso quase dez meses após a morte de Cícero  e foi reeleito este ano para o cargo. No entanto, foi afastado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) no início deste mês. "Agora a gente vai aguardar a conclusão dos fatos e que nossa suspeita venha à tona, para todos aqueles que não acreditaram que ele era capaz de tudo isso".

A irmã de Cícero Lopes afirmou que acompanhou as investigações sobre o caso de perto e que sabe "que esse pedido de prisão não é à toa". "(A prisão) é justamente por conta do trabalho do Ministério Público, da Justiça do nosso Estado e a justiça de Deus, que essa nunca falha. Nunca deixei de acreditar que um crime dessa natureza não poderia ficar impune".

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