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Feliciano diz que sua mãe já teve clínica de aborto e se declarou contra a prática

O parlamentar considera o aborto um assassinato. Ele disse ainda que cresceu convivendo com mulheres que buscavam a clínica clandestina de sua mãe 02/04/2013 às 16:35
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Pastor Marcos Feliciano é alvo de protesto de associações que apoiam as minorias
acritica.com Manaus (AM)

Em entrevista veiculada nesta segunda-feira (1º), pelo jornal Folha de São Paulo, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Marco Feliciano (PSC-SP) declarou, ao jornalista Fernando Rodrigues, ser contra o aborto porque sua mãe já teve uma clínica de aborto.

“Vi fetos serem arrancados de dentro de mulheres, isso é uma tortura. Não se faz isso. A vida é um dom de Deus. Só Deus dá e só Deus tira”, afirmou.

Sobre a recomendação do Conselho Federal de Medicina para a legalização do aborto até o terceiro mês de gestação, Feliciano considerou assassinato. “Por causa da pobreza, minha mãe teve uma pequena clínica de aborto, uma clínica clandestina. Eu cresci no meio disso”, disse.

Em relação à recomendação do Conselho Federal de Medicina para a legalização do aborto até o terceiro mês de gestação caso seja a vontade da mãe, o deputado se declarou contra mesmo em casos de violência sexual.

“Eu sinto muito pela menina violentada, pela mulher. Mas o que foi gerado dentro dela não tem culpa disso. É uma vida, é uma criança. Se ela não quiser cuidar da criança, tem uma fila imensa de pessoas querendo adotar essas crianças. Dê essa criança para alguém que queira cuidar dela, mas não assassine. Não aborte”. Finalizou.

 

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