Terça-feira, 23 de Julho de 2019
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Forças Armadas ajudam na segurança durante 2º turno das eleições no Amazonas

No interior do Amazonas, 1.200 homens do Exército foram enviados aos municípios de Manacapuru, Borba, Parintins, Maués, Novo Aripuanã, Autazes, Careiro, Presidente Figueiredo, Careiro da Várzea, Novo Airão, Barreirinha, Nova Olinda do Norte, Codajás e Urucará



1.jpg Aproximadamente 1.000 militares estão reforçando a segurança nas zonas eleitorais em Manaus
26/10/2014 às 11:33

Durante o 2º turno das eleições, as tropas do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil estão atuando em Manaus e mais 15 cidades do interior para reforçar a segurança do pleito.  Aproximadamente 1.000 militares estão reforçando a segurança nas zonas eleitorais em Manaus. No interior do Amazonas, 1.200 homens do Exército foram enviados aos municípios de Manacapuru, Borba, Parintins, Maués, Novo Aripuanã, Autazes, Careiro, Presidente Figueiredo, Careiro da Várzea, Novo Airão, Barreirinha, Nova Olinda do Norte, Codajás e Urucará. Em Itacoatiara estão sendo empregados cerca de 300 militares da Marinha do Brasil

Para gerenciar as ações táticas e estratégicas para garantia do pleito nas zonas eleitorais da capital e interior, o Comando da 12ª Região Militar (12ª RM) está utilizando um Centro de Operações de Segurança Integrada (COSI) para garantir a votação e apuração nas Eleições 2014, durante o segundo turno no Amazonas. O centro estará localizado no Comando Militar da Amazônia (CMA).

O COSI da 12ª RM realiza o monitoramento em tempo real das ações que estarão sendo desencadeadas e recebe as informações dos comandantes das tropas distribuídos nas Zonas Eleitorais. As informações são apuradas pelo comandante do centro, que toma as medidas necessárias para que a votação transcorra dentro da normalidade.

De acordo com o Comandante, General de Divisão Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, “o COSI da 12ª RM permite a coordenação e o controle de todo o processo de segurança na votação e apuração das Eleições 2014, desde as ações que a antecedem, como por exemplo: a segurança das instalações das urnas nos Locais de Votação, passando pelas ações de segurança propriamente ditas durante a votação e, finalmente, a garantia da apuração, quando é dada a segurança ao transporte dos dados das eleições a serem computados. Permite, ainda, manter o Comando Militar da Amazônia informado de toda a situação, em tempo real”.

Embasamento judicial

A participação do Exército está embasada judicialmente pela lei nº 4.737 de julho de 1965, que requisita o amparo das forças armadas à disposição da justiça eleitoral. A atividade do Exército não substituirá o serviço da Polícia Militar, que também vai atuar no pleito. A força irá atuar se houver ações que ponham em risco a segurança eleitoral, fugindo dos órgãos de segurança pública.

Os militares que irão participar do 2º turno das Eleições 2014 receberam orientações sobre a legislação eleitoral, tais como procedimentos a serem adotados em caso de prisão de pessoas por cometimento de crimes eleitorais. O emprego das tropas está restrito às ações necessárias para a garantia da lei e ordem, não incluindo medidas de natureza administrativa, por exemplo, manuseio de urnas e organização de filas.

Durante esse período de eleições os crimes comuns serão encaminhados para a Polícia Civil e os eleitorais para o juiz eleitoral de cada zona. O objetivo é garantir de forma democrática as eleições dando direito ao cidadão de votar e exercer a sua democracia na escolha dos governantes.

*Com informações da assessoria de comunicação.

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