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Forças Armadas e governo do AM definem áreas de atuação ao combate do Aedes Aegypti

O evento foi realizado no Comando Militar da Amazônia (CMA) nesta quinta-feira (4). Ao todo, aproximadamente 7 mil profissionais irão atuar no Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (Ciocs), entre militares e civisForçasArmadas e Governo do Estado definem as áreas de atuação ao combate do mosquitoAedes Aegypti no Amazonas 04/02/2016 às 17:53
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Em adultos, o vírus provoca sintomas mais leves que a dengue e a chikungunya – também transmitidas pelo Aedes aegypti
Acritica.com Manaus (AM)

Representantes da Marinha, Exército, Aeronáutica, Governo do Estado do Amazonas e Prefeitura de Manaus se reuniram no Comando Militar da Amazônia (CMA), na manhã desta quinta-feira (4), para definição da logística e das áreas de atuação ao combate do mosquito Aedes Aegypti no Amazonas.

Essa reunião é o primeiro passo para a operacionalização da instrução complementar, expedida no dia 29 de janeiro de 2016, pelo Ministério da Defesa (MD). De acordo com a resolução do MD, as Forças Armadas, em todo o Brasil, deverão atuar em conjunto com o Estado e o município no combate ao mosquito Aedes Aegypti.

Em Manaus, o Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (Ciocs), criado para atuar em situações de epidemias e de manutenção da saúde pública em grandes eventos, será reativado para o combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. Ao todo, aproximadamente 7 mil profissionais irão atuar no Ciocs, entre militares e civis.

As principais áreas de atuação das equipes integradas, a partir de 13 de fevereiro, serão os bairros do Japiim, Cachoeirinha, Aparecida e São Raimundo. “Vamos às ruas visando a prevenção. Não podemos deixar que a proliferação do mosquito chegue a causar uma situação de gravidade em Manaus”, disse Lubélia da Freire, subsecretária da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

A Inspetoria de Saúde do CMA, chefiada pelo general Iglessias, está planejando a articulação de 3.500 militares. "Esse número pode variar para mais, dependendo das demandas que surgirem dos municípios do interior do Estado", comentou o general.

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