Quinta-feira, 02 de Abril de 2020
INTERIOR

Funcionário público é procurado pelo estupro da própria filha de 1 ano no AM

Crime aconteceu no município de Tefé. De acordo com a mãe da criança, os abusos foram percebidos quando ela e a avó observaram marcas vermelhas e sangue no órgão genital da criança



f1280x720-89593_221268_0_678DC65E-6F72-4109-A988-51C2A77CBD8C.jpg Foto: Reprodução/Arquivo
05/02/2020 às 19:16

Um funcionário público, de 39 anos, está sendo procurado pela polícia, suspeito de estuprar a própria filha, um bebê de 1 ano, em outubro do ano passado, no município de Tefé (distante 522 quilômetros de Manaus).

De acordo com a mãe da criança, os abusos foram percebidos quando ela e a avó observaram marcas vermelhas e sangue no órgão genital da vítima.



"Uma semana antes, acordei muito tonta, como se estivesse dopada. O vi de pé, de costas para mim, ao lado da rede da bebê e com a mão direita dentro da rede. Quando tentei me levantar e não consegui, perguntei o que estava acontecendo e ele disse que estava apenas agradando ela, e correu para dentro do banheiro. Mais tarde, quando cheguei em casa, conversei com minha mãe e desci para trocar a fralda da minha bebê e vi que tinha sangue", contou a mulher.

O suspeito, ao ser indagado pela então companheira, disse que apenas havia deixado as fraldas. No entanto, a mãe desconfiou porque não era de costume a ida do homem à casa.

"Quando eu comecei a gritar, liguei pra minha mãe, ele me engasgou e me ameaçou de morte, caso abrisse a boca para contar que foi ele", acrescentou a mãe da bebê.

A família da vítima registrou boletim de ocorrência e foi encaminhada para fazer exame de corpo de delito na criança, onde foi comprovada a manipulação da vagina.

"O obstetra examinou e me afirmou que a vagina da minha bebê foi, sim, manipulada e que sangrou, não pela força que fizeram, mas pelo tempo que passaram. Como se alguém estivesse se masturbando, esfregando a vagina dela", complementou a mulher.

O mandado de prisão preventiva foi assinado pelo juiz substituto da 2ª Vara da Comarca de Tefé, Alex Jesus de Souza. No documento, o magistrado pede pela prisão preventiva imediata do acusado, para a unidade prisional do município.

A polícia do município ainda não tem o paradeiro do homem, que se encontra foragido até o presente momento.

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Repórter de A Crítica

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